NOMENCLATURA E SIGNIFICADO:ACAPORA, vem do guarani e significa “Erva ou folha contra bolhas” (fazendo alusão a doença chamada catapora, pois essa planta cura essa doença). Também recebe os nomes: Amigo do peito (por tratar a pneumonia) Sabugueiro, Sabugueiro negro, Sabugueiro do Rio Grande e Mata-frebre.
Origem:Ocorrem nas matas ciliares e nos campos, sendo nativa da vegetação do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Essa espécie também ocorre na Argentina e no Uruguai. Mais informações no link:
Características:Éum arbusto grande ou arvoreta que atinge de 2 a4 m de altura com copa baixa, larga e bastante irregular com tronco tortuoso, as vezes com rebentos próximos a planta mãe formando nova planta emaranhada com a primeira. O tronco mede de 5 a15 cm de diâmetro e tem casca fissurada (com rachaduras) no sentido vertical, tendo coloração cinzento prateada. As folhas são compostas imparipinadas (como pena mais terminando com 1 folíolo na ponta), formada de raque (pecíolo e haste central) cilíndrico e espesso na base) medindo 15 a35 cm de comprimento, com 5 a 7 pares de folíolos. Os folíolos são sésseis (sem haste ou suporte), são simples e de textura papirácea (semelhante a papel), medindo 3 a7,5 cm de comprimento por 1,5 a2,5 cm de largura. A lamina á glabra (sem pelos) e é facilmente identificada quando amassada, pois exala cheiro desagradável; também se pode notar as nervuras salientes e a margem serreada. As flores nascem em corimbos (tipo de cacho semelhante a um guarda-chuva) terminais de 15 a30 cm de comprimento, contendo centenas de minúsculas flores brancas e odoríferas. O fruto é uma drupa globosa, de cor roxa escura quando madura, de sabor agridoce, medindo 4 a8 mm de diâmetro e contendo 3 a 5 sementes.
Dicas para cultivo:Planta subtropical que pode ser cultivada com sucesso em praticamente todo o Brasil. É muito resistente a geadas de até – 4 grau, adaptando-se a altitudes a nível do mar até 1.400 m. Quanto ao terreno, adapta-se a diferentes tipos de solos que sejam ricos em matéria orgânica e com boa umidade natural, podendo ser úmidos ou bem drenados. Pode ser cultivada em pleno sol ou em ambiente sombreado. Também pode ser cultivada em vasos grandes.
Mudas:As sementes medem 2 mm de comprimento e depois de despolpadas e lavadas sob uma peneira em água corrente, podem ser armazenadas por mais de 1 ano sem perder o poder germinativo. Recomendo semear em jardineiras de 40 cm de comprimento por 20 cm de largura e 20 cm de altura, preenchidas com substrato feito de 50% de areia de rio e 50% de matéria orgânica bem curtida. Cobrir as sementes com 0,4 mm de substrato e irrigar levemente. A emergência ocorre 20 a 45 dias e as plântulas podem ser passadas para embalagens individuais quando atingirem 15 cm de comprimento. Essa espécie também pode ser cultivadas por estacas maduras retiradas na primavera. Afincar10 cm da estaca diretamente em embalagens individuais contendo substrato feito de 40 % de terra argilosa ou vermelha, 20% de areia e 40% de matéria orgânica bem curtida. O crescimento das mudas é rápido se forem formadas em local ensolarado e atingem 40 cm em 5 a 6 meses. As mudas feitas de sementes levam 3 a 4 anos para frutificar, enquanto que mudas feitas por estacas levam 1 ou 2 anos.
Plantando:Deveser plantados em lugar definitivo num espaçamento de 3 x 3 metros. As covas devem ter 40 cm de altura, largura e profundidade e nos 30 cm da terra de superfície se deve misturar 5 a 6 pás de matéria orgânica bem curtida, + 500 g de calcário e 1 kg de cinza. Deixar curtir por 2 meses, podendo fazer o plantio em qualquer época do ano se irrigada. Para plantar em vasos, utilize aqueles com as medidas: 50 cm de altura e 40 ou 50 cm de diâmetro, e preencher com o mesmo substrato indicado acima para o plantio de estacas.
Cultivando:Quando a adubação, faz-se com 2 ou 3 pás de composto orgânico e 30 gramas de NPK 4-14-8 distribuídos no inicio da primavera. A irrigação aumenta a produtividade e pode ser feita por gotejamento com uma media de 6 litros de água por planta em cada semana que não chover. Na época do fim do inverno, se faz a poda de frutificação, eliminando todos os ponteiros que frutificaram no ano passado e de limpeza, eliminando galhos secos, doentes ou mal localizados.
Usos:Frutifica nos meses de Setembro a Março. Os frutos são bem pequenos, mais podem ser consumidos in-natura. Os frutos são utilizados no RS para se fabricar Geléias. A planta é cultivada como ornamental por suas lindas flores que também são medicinais e consumidas na forma de chá curam resfriados, febres, inclusive a dengue. As flores são melíferas, especialmente para nossas pequenas abelhas nativas como a jataí e os frutos atraem inúmeros pássaros e fornecem alimento para eles por uns 6 meses no ano.
Nomes Populares: carne-de-vaca, cafeeiro-do-mato, sanhaço, sanhaçaiba
Clima apropriado: Pode ser cultivada em todo o Brasil, suporta geadas leves.
Origem: América do Sul
Descrição da planta:
Arbusto ou arvore que pode chegar até 3 metros de altura. Espécie muito comum e presente em praticamente todos os biomas florestais do Brasil, estando presente nos principalmente no sub-bosque das matas.
Curiosidades:
Pode ser plantado em vasos, no solo, tanto à pleno sol ou na sombra onde frutifica fartamente.
Consumo e utilização:
Os frutos podem ser consumidos in natura e tem gosto semelhante ao fruto do café. É muito utilizada em projetos de revegetação. Seus frutos atraem pássaros.
Os frutos podem ser consumidos in natura, ou cozidos, Esta variedade as folhas preferencialmente devem ser cozidas.
Conhecido como camapu, juá-poca e balão-rajado. Planta de 35 a 55 centímetros de altura, nativa em todo brasil, com caule semissuculento, sem pelo. Folhas com formato oval, margens semelhantes a uma serra, com "dentes" espaçados e irregular, a face inferior tem pelos finos e de cor mais clara, de 3,5 a 7,5 cm de comprimento. Flores vem cada uma em seu galho, são amarelas. Fruto tem formato de globo, pequeno, liso, amarelo, poupa suculenta e doce, protegido por um cálice.
Cresce espontaneamente em terrenos baldios, áreas rurais, em diferentes locais.
A propagação se dá por sementes
Conforme o livro, composição nutricional dos frutos maduros (%):
" Proteina - 6,9
Calcio - 0,003
Magnésio - 0,19
Manganês - 0,0011
Fósforo - 0,37
Ferro- 0,002
Sódio - 0,0314
Potássio - 2,3 (convertendo daria 370mg/100gr )
(Physalis pubescens L)
Nomes populares:Fisális, Camapu, Balãozinho.
Planta anual, de 80 a 120 centímetros de altura, com muitos ramos, com muitos pelos, caules e ramos quase suculentos. As folhas em formato oval, margens bem serreadas, pelos na parte superior e inferior da folha, de cor bem mais clara na inferior, de 3 a 6 centímetros de comprimento. As flores vem cada qual no seu galho, cor amarela, e bem no interior dela é preto, o fruto tem formato de globo, brilha na cor alegre e viva do amarelo, pequeno mas delicioso e doce, e para consumi-lo precisamos apenas abrir o cálice que protege ele, limpo e saudável, o cálice quando seco traz uma coloração dourada, linda até para artesanato.
" Os frutos maduros apresentam 2.200 a 3.200 UI/100 de vitamina A, a composição em base seca (%):
Usos: Consumo ao natural. Deliciosas SALSA (molhos) verdes.
Cultivo: Muito Fácil.
Nativa: Mexico
Família: Solaceae
Os tomatillos estão prontos para ser colhidos aproximadamente 100 dias após o transplante da planta. para melhor saber colha somente quando as folhas trocarem a cor de verde para bege. . Temperaturas de 20 a 30 graus. Menos de 20 graus e a germinação pode demorar, muito menos temperaturas ou temperaturas muito quentes, acima de 35 graus, e podem não germinar.
É uma planta originária da região Andina, daí o seu nome popular. Localmente é conhecida pelo estranho nome de "Tsopelic Xhluitl". Trata-se de um pequeno e discreto arbusto, de porte rastejante, vivaz, semi-prostrado, com inflorescências brancas, compactas e folhas ovais que ao serem esmagadas libertam um aroma pungente um misto de menta e cânfora.
Prefere solos ricos em matéria orgânica. Gosta de meia sombra. Ao sol pleno as suas folhas surgem com laivos avermelhados. Apesar de só exibir a sua máxima pujança quando plantada no chão, também se adapta bem a cultivo em vasos, sendo excelente para vasos suspensos. É sensível à geada e a seca.
Planta de baixo porte originária do México e usada pelos astecas. Suas folhas são mais de 100 vezes mais doces que o açúcar e tem propriedades medicinais. Suas flores são pequenas, mas possuem uma rara beleza. Perfeita para vasos.
Usos: Medicinal e ornamental.
Cultivo: Em vasos. Podem ser vasos pendurados para formar efeito cascata.
Nativa: México
Família: Verbenaceae tb classificado com PANC
UTILIZAÇÕES
Como o seu próprio nome científico e popular indicam, trata-se de uma planta com características de adoçante natural. Na verdade, na composição das suas folhas encontra-se ahernandulcina, uma substância cerca de 1000 vezes mais doce que o açúcar vulgar. Não obstante isso o seu consumo não transmite qualquer caloria ao organismo humano pelo que pode ser consumida, se qualquer risco, por pessoas diabéticas.
As suas folhas são extremamente doces.
A sua utilização, contudo, não se resume ao forte poder adoçante. Em infusão, as suas folhas, são um eficaz tratamento para infecções respiratórias, asma, tosse, dores intestinais.
Um chá fresco de Erva-doce-dos-Aztecas, transmite um agradável e suave sabor a menta e canfora.
Também pode ser utilizada para aromatizar saladas de frutos e sumos.
As folhas podem ser consumidas frescas ou congeladas.
Na indústria, tem interesse na produção de óleos essenciais.
A Lippia dulcis é uma planta adoçante nativa da América Central e do Sul, popular por suas propriedades já no século XIV, quando a população local utilizado como uma planta medicinal e como um adoçante natural .
A Lippia dulcis é parte da família botânica das Verbenaceae e tem um parente próximo do muito mais popular entre nós italianos, o citriodora Lippia , mais conhecida como erva-cidreira , capim verbena ou limão verbena.
A Lippia dulcis é nativa do México e na Venezuela e é conhecido na história como o açúcar dos astecas, as pessoas que cultivavam-lo como uma planta adoçante .
Como cultivar as dulcis Lippia
Se você quiser crescer a Lippia planta adoçante dulcis você precisa armar-se com um solo bem drenado e um vaso-recipiente bonito. O cultivo de pot de Lippia dulcis é extremamente fácil. Esta planta edulcorante cresce muito rapidamente, e pode também ser cultivadas em vasos como um ornamental devido às suas pequenas inflorescências branco.
A Lippia dulcis é uma planta perene, que mal chega a 20 cm de altura (que é por isso que eu recomendo o cultivo em vasos ou un'aiuole bem conservado e definido). Somente nos primeiros estágios de desenvolvimento de seus ramos que são herbáceas, mas em breve se tornar woody.
O dulcis Lippia cresce quase horizontalmente e é caracterizado por pequenas folhas cerca de 2 cm de comprimento e um cm de largura. As folhas são dentadas nas bordas, têm uma cor verde-escuro e têm um sabor ligeiramente mentolado.
Você pode cultivar Lippia passado, mas como planta ornamental, porque, na primavera e no verão, esta planta adoçante , produz deliciosas flores brancas com um diâmetro de 5-8 mm.
Indicações para o cultivo de Lippia dulcis em vasos ou no jardim:
- 1. A exposição quer pleno sol e ama o calor. Ela pode ser cultivada em terraços ou varandas em pleno sol ou em locais semi-ensolarados.
- 2. Soil exige um solo bem drenado (como que por gerânios e outras plantas com flores) para ser mantido ligeiramente úmido da primavera ao fim do verão.
- 3. Temperaturas A Lippia dulcis podem ser cultivadas no jardim apenas no sul da Itália. Se você mora no Norte ou do Centro que você vai fazer bem para cultivar Lippia dulcis em vasos de modo a torná-lo em um lugar protegido quando as temperaturas caem abaixo de 3 ° C. Para reparar a planta do frio você vai precisar para colocá-lo em um lugar protegido no intervalo de tempo entre outubro e início da primavera.
- 4. Poda Ao voltar a planta ao ar livre, como um resultado de uma queda de temperatura, para a promoção do crescimento, deverá encurtar 3/4 de todos os ramos vigorosos e removendo os secos.
- 5. Cultivo no chão Como a planta cresce quase tendência horizontal, com cobertura do solo, você deve crescer perto das bordas de um plantador ou canteiro de flores plantados com plantas aromáticas.
- 6. Para o cultivo em vasos para obter um melhor efeito visual, você deve crescer em vasos pendurados. Lembre-se que, depois de cada repotting, você tem que manter a planta edulcorante na sombra por cerca de dez dias, a fim de torná-los melhor sobreviver à crise transplante.
- 7. Fertilização A planta adoçante Lippia dulcis devem ser fertilizados com moderação. Na época do plantio, o solo incorpora um punhado de esterco
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Composição do óleo essencial de Phyla dulcis Trev. de uma
população da Guatemala.
Juan Francisco Pérez Sabino1,2 (PG)*
, Max Mérida Reyes2
(IC),) Christian Farfán Barrera2
(IC), Maria
Cristina de Hollanda1
(PQ), Antonio Jorge Ribeiro da Silva1
(PQ). *e-mail: fpsabino@yahoo.com
1 Núcleo de Pesquisas de Produtos Naturais, CCS – Bloco H, Ilha do Fundão – Rio de Janeiro – RJ, 21941-590
2
Facultad de C.C.Q.Q. y Farmacia, USAC, Edif. T-12, Ciudad universitaria Z. 12, Guatemala
Palavras Chave: Guatemala, Phyla dulcis, óleo essencial, sesquiterpenóides
Introdução
Phyla dulcis (Verbenaceae), antes conhecida como
Lippia dulcis, cresce em solos de bosques, margens
de pântanos, ou em pastos, desde o nível do mar até
1800 m. Encontra-se na Guatemala, no México e
Honduras Britânica até a Colômbia1,2
. P. dulcis é uma
planta perene, não maior de 40 cm. As folhas de 1-6
cm de comprimento, são muito aromáticas. Quando
mastigada, a raiz tem sabor de licor, pelo qual é
conhecida como “orozús” na América Central2
.
P. dulcis é usada no tratamento de tosse, bronquite e
retenção urinária. No México é usada também como
emenagogo e para abortos. A composição do óleo
essencial de P. dulcis tem sido estudada no México
e Porto Rico1
, tendo-se encontrado uma major
proporção de monoterpenóides no México e de
sesquiterpenóides no Porto Rico.
O objetivo deste estudo foi determinar a composição
do óleo essencial de P. dulcis de uma população da
Guatemala, durante três meses de 2006, para
comparar a composição com estudos prévios e
avaliar seu potencial econômico.
Resultados e Discussão
A planta foi coletada em abril, junho e outubro de
2006, no departamento Santa Rosa, a 1000 m de
altitude. As amostras foram secadas, moídas e
extraídas por hidrodestilação com aparelho tipo
Clevenger. A composição do óleo essencial foi
determinada por CG-EM usando coluna capilar com
fase estacionária de fenilmetilsilicone (HP5) de 25 m,
0.2 mm d.i., rampa de aquecimento de 60-240°C, a
3°C.min-1
. A identificação foi feita pelos espectros de
massas e utilizando padrões externos.
O rendimento do óleo foi de 0.54% (abril), 0.50%
(junho) e 0.60% (outubro). A composição do óleo foi
similar nos três meses (Tabela 1), com 6-metil-5-
hepten-2-ona (19.6-21.4%), 3-metil-2-ciclohexen-1-
ona (9.6-11.1%), e a-bisabolol (8.0-14-6%) como
componentes principais. O óleo mostrou uma alta
proporção de sesquiterpenóides (65.3%-68.5%),
menor do que a proporção encontrada em Porto Rico
(79%), mas em contraste com resultados obtidos no
México (monoterpenóides, 86.3%; cânfora como
componente principal)
1
.
Tabela 1. Principais componentes do óleo essencial
de P. dulcis da Guatemala (% de área).
Substância 04/06 06/06 10/06
6-metil-5-hepten-2-ona 19.6 21.4 18.8
3-metil-2-ciclohexen-1-ona 10.7 11.1 9.6
a-copaeno 3.4 6.7 4.8
b-cariofileno 6.1 7.6 7.5
b-farneseno 4.9 5.2 6.0
Germacreno D 2.7 1.1 3.4
biciclogermacreno 4.8 2.1 5.7
g-cadineno 5.4 5.3 5.6
espatulenol 2.4 5.1 2.3
a-bisabolol 14.6 8.0 11.9
O sesquiterpenóide hernandulcin (derivado do
bisaboleno), substância 1000 vezes mais doce que a
sacarose, encontrado nesta planta em Porto Rico1
,
não foi identificado neste estudo, provávelmente
devido às diferenças na metodología de extração. É
importante notar que a 6-metil-5-hepten-2-ona e a 3-
metil-2-ciclohexen-1-ona são fragmentos da pirólise
de hernandulcin1
.
Conclusões
O rendimento e a composição do óleo essencial,
além do rápido crescimento da planta são
promissores para considerá-la para cultivo, sendo
interessante o estudo do conteúdo de hernandulcin
na P. dulcis da Guatemala.http://sec.sbq.org.br/cdrom/31ra/resumos/T1792-1.pdf
Familia : Verbenaceae
Nombre común : Yerba dulce, Salvia dulce, Hierbabuena
English name : Mexican Lippia, Aztec Sweet Herb, Bushy Lippia, Honeyherb
-Toxico:El aceite esencial induce abortos en mujeres embarasadas
USO MEDICINAL:
Tos
Dolores de estomago
Contar el susto
Dolor de muela
Lombrices
Asuntos Femininos
Excesos y tensión, cólicos premenstruales
Menstruación dolorosa
Regular la menstruación
Contracciones vasculares del útero (inducido por el aceite de la planta)
Aborto (inducido por el aceite de la planta)
Facilitar el parto
RECETAS:
Infusión de 10gr de Hierba Dulce por litro alivia > alivia la Tos, regula Menstruación
Cocción de 1 racimo de hojas en 0.5 litro de agua, se toma 0.25 litros en ayunas > contra la lombriz
Cocción de ramas con panela prieta se toma 1 taza de té en ayunas > alivia cólicos
Cocción de 1 racimo de hojas en 0.5 litro de agua, se toma 1 vaso 2 - 3 veces al día > alivia dolor de estomago
Cocción de 5 hojas y 3 dedos de ramas en 1 litro de agua, se toma 3 veces al día caliente > alivia la tos
Cocción de 1 manojo de Hierba Dulce, 1 de Zaopatle y 1 de Epazote, 1 de Ruda, 1 de Romero, 1 haba de San Ignacio en 3 litros de agua y se deja concentrar, se tomo medio litro antes de la comida > induce el aborto
Infusión de Hierba Dulce y Zaopatle 1 taza de te antes de la comida > facilita el parto
erecta ou erva prostrada, por vezes, no chão de 40 a 60 centímetros de altura. Tem folhas com ampla parte central, está murcho e são aromáticos. Os conjuntos de flores brancas são na junção da haste com folhas. Os frutos são trancados em um cálice persistente.
Originalmente de Cuba, que é uma espécie tropical, presente em climas quentes e semi do nível do mar até 1800m. Habita as terras de cultivo abandonadas, também associados com subperennifolio e florestas tropicais perenes.
Etnobotânica e antropologia.
A tosse é a principal condição para que esta planta é usada nos estados de Morelos, Oaxaca, Puebla e Veracruz. Também é indicado em problemas de aborto, dores de estômago, diarréia, dor de estômago e frieza. Para lançar vermes é recomendado para tomar o chá feito com folhas e beber com o estômago vazio. Folha, fervida com o governador (cavanillesii Brickelia), e adoçado com açúcar mascavo e chocolate é usado como emenagoga. três dias é o jejum bebida, descansando um, voltando-se a utilização de três dias. É terra com sal é colocado no interior, apenas uma vez, quando você tem dor de dente. Decocção e esmagou ele fica sobre os grãos de boca (V. sapinho).
Nahua do Huasteca usar o apasoxiuitl ou grama preta para curar o olho do mal, que se contrai para estar com alguém que gosta e ter o sangue pesado, que "superar o sangue." Os sintomas incluem tonturas, vómitos e até mesmo febre; neutraliza-se imediatamente se percebe a causa e dá um tapa doente ou bateu levemente levemente e faz uma cruz na testa, ou caso contrário, a apasoxiuitl é usado para limpar o paciente.
Também eles ocupam para o mau ar, disponível para gastar onde há um funeral ou se cruzam com as pessoas que levam um cadáver (câncer mortos V. e pavor de mortos). Estes ar cair mais em crianças, mulheres grávidas e pessoas que estão se recuperando de uma doença. Para saber onde o ar ruim foi tomada, limpos com alum o fogo doente e capturas.
O tratamento em ambos os casos é realizar uma "limpa", ou seja, tem um rolo de grama preta em todo o corpo do paciente; Além disso a limpeza com um ovo, que deve trovejando, para reduzir assim o ar viciado.
Outras aplicações que são dadas são para aliviar a dor de ouvido, para o catarro ligação, cólicas, dores de estômago, contusões, feridas, frieza da menstruação e como um peitoral.
a qualidade da planta: Hot
História.
No século XVI, Francisco Hernández em causa ", é doce, picante e quente temperamento, então misturado com cóltotl e tlatlaolton é muito eficaz para dissipar flatulência".
Maximino Martinez, no século XX marca os seguintes usos: "falta de ar, anticatarral, antipirético, tosse, aperitivo, emmenagogue, emoliente, peitoral, rouquidão e como um tônico muscular.
Chemistry.
As partes aéreas de grama doce contêm um óleo essencial, que foram identificadas monoterpenos borneol, a delta-cadineno, cânfora, 6-metil-hep-5-en-2-ona, limoneno, linalol, mirceno, alfa e beta pineno. terpinoleno e alfa-terpineol; e sesquiterpenos, beta-cariofileno, alfa-copaeno e hernandulcin, o último composto também foi detectada em folhas e flores.
Farmacologia.
Muito poucos estudos farmacológicos têm sido realizados sobre esta planta. Investigação da actividade antibiótica in vitro do corante obtido a partir das folhas, contra E. coli, Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans demonstrou a sua eficácia zero. Da mesma forma, estudos sobre o efeito diurético da decocção das folhas em ratos administrados via nasogástrica, se mostrou ineficaz. Mas tem-se observado que o óleo essencial obtido a partir da planta exerce uma acção estimuladora sobre o útero e provoca aborto em ratas grávidas.
No homem tem sido demonstrado actividade expectorante do corante obtido a partir dos ramos, administrado por via oral em um estudo clínico de pacientes com bronquite e onde a melhoria foi observada em cinco deles.
Diário terapêutica nos anos 1881 e 1882 evidência significativa da eficácia da tintura de Lippia dulcis tosse, resfriados e bronquite rebeldes no homem transcritas.
Toxicidade.
É descrito na literatura que a ingestão ou injecção de cânfora, um importante componente de óleo essencial, produzido no homem náuseas, vómitos, tonturas, confusão mental, delírio, convulsões, asma, insuficiência respiratória e até mesmo a morte. A dose letal mediana em ratos cânfora é 3000mg / kg via intraperitoneal.
Comentários.
Lippia dulcis, é uma planta de origem americana, use muito antiga no México. Foi verificada experimentalmente o homem ação expectorante segurando o corante obtido a partir de seus ramos. Este fato confirma em grande parte o uso popular da planta, no entanto, que o petróleo
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder
Sobre o Google TradutorComunidadeCelularSobre o GooglePrivacidade e TermosAjudaEnviar feedback
Os frutos verdes são tóxicos, possuem um princípio ativo chamado alcalóide indólico.
Fitoterapia
Como medicinal, é usada externamente em forma de infusão como emoliente, sedativa, expectorante, diurética, aperiente, antiinflamatória, febrífuga, mineralizante, antiespasmódica, reconstituinte, afrodisíaca, amigdalite, anemia, cirrose, excitação nervosa, terror noturno e calmante. Em pequenas doses, internamente, tem as mesmas propriedades. A decocção das folhas é também utilizada externamente em banhos no tratamento de úlceras, para lavar partes inflamadas, pano branco, feridas, úlceras, inflamações, áreas intumescidas, irritadas e dolorosas, dartros, furúnculos, queimaduras, psoríase, eczemas, abscessos, reumatismo, acne e dermatite.
Fitoeconomia
Os frutos maduros são comestíveis, sendo excepcionalmente saborosos, podendo servir de matéria prima para geléias, musses, sorvetes ou como recheio e ou coberturas para bolos e tortas. As folhas são utilizadas na alimentação humana como hortaliça, e é uma boa fonte de proteína, manganês (Mn), fósforo (P), ferro (Fe) e boro (Na culinária, as folhas são preparadas cozidas ou fritas com ovos, alimento este, aliás, muito utilizado pelos índios Kaingang e em muitas outras partes do mundo.
Devido à sua elevada toxicidade, a Atropa belladona utiliza-se raramente em jardinagem, mas por vezes é plantada pelos seus grandes frutos vistosos.
Os frutos são bagas com aproximadamente 1 cm de diâmetro, inicialmente de cor verde, mas adquirindo uma coloração negro brilhante quando completamente maduras. As bagas são doces, ricas em atropina, sendo consumidas pelas aves.
As sementes são pequenos grãos de cor acastanhada, ricos em alcalóides tóxicos.