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SABUGUEIRO

http://www.colecionandofrutas.org/sambucusaustralis.htm

SAMBUCUS AUSTRALIS
FAMÍLIA DAS ADOXACEAE (antes Caprofoliaceae)


NOMENCLATURA E SIGNIFICADO: ACAPORA, vem do guarani e significa “Erva ou folha contra bolhas” (fazendo alusão a doença chamada catapora, pois essa planta cura essa doença). Também recebe os nomes: Amigo do peito (por tratar a pneumonia) Sabugueiro, Sabugueiro negro, Sabugueiro do Rio Grande e Mata-frebre.

Origem: Ocorrem nas matas ciliares e nos campos, sendo nativa da vegetação do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Essa espécie também ocorre na Argentina e no Uruguai. Mais informações no link:

Características: É um arbusto grande ou arvoreta que atinge de 2 a 4 m de altura com copa baixa, larga e bastante irregular com tronco tortuoso, as vezes com rebentos próximos a planta mãe formando nova planta emaranhada com a primeira. O tronco mede de 5 a 15 cm de diâmetro e tem casca fissurada (com rachaduras) no sentido vertical, tendo coloração cinzento prateada. As folhas são compostas imparipinadas (como pena mais terminando com 1 folíolo na ponta), formada de raque (pecíolo e haste central) cilíndrico e espesso na base) medindo 15 a 35 cm de comprimento, com 5 a 7 pares de folíolos. Os folíolos são sésseis (sem haste ou suporte), são simples e de textura papirácea (semelhante a papel), medindo 3 a 7,5 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. A lamina á glabra (sem pelos) e é facilmente identificada quando amassada, pois exala cheiro desagradável; também se pode notar as nervuras salientes e a margem serreada. As flores nascem em corimbos (tipo de cacho semelhante a um guarda-chuva) terminais de 15 a 30 cm de comprimento, contendo centenas de minúsculas flores brancas e odoríferas. O fruto é uma drupa globosa, de cor roxa escura quando madura, de sabor agridoce, medindo 4 a 8 mm de diâmetro e contendo 3 a 5 sementes.

Dicas para cultivo: Planta subtropical que pode ser cultivada com sucesso em praticamente todo o Brasil. É muito resistente a geadas de até – 4 grau, adaptando-se a altitudes a nível do mar até 1.400 m. Quanto ao terreno, adapta-se a diferentes tipos de solos que sejam ricos em matéria orgânica e com boa umidade natural, podendo ser úmidos ou bem drenados. Pode ser cultivada em pleno sol ou em ambiente sombreado. Também pode ser cultivada em vasos grandes.

Mudas: As sementes medem 2 mm de comprimento e depois de despolpadas e lavadas sob uma peneira em água corrente, podem ser armazenadas por mais de 1 ano sem perder o poder germinativo. Recomendo semear em jardineiras de 40 cm de comprimento por 20 cm de largura e 20 cm de altura, preenchidas com substrato feito de 50% de areia de rio e 50% de matéria orgânica bem curtida. Cobrir as sementes com 0,4 mm de substrato e irrigar levemente. A emergência ocorre 20 a 45 dias e as plântulas podem ser passadas para embalagens individuais quando atingirem 15 cm de comprimento. Essa espécie também pode ser cultivadas por estacas maduras retiradas na primavera. Afincar10 cm da estaca diretamente em embalagens individuais contendo substrato feito de 40 % de terra argilosa ou vermelha, 20% de areia e 40% de matéria orgânica bem curtida. O crescimento das mudas é rápido se forem formadas em local ensolarado e atingem 40 cm em 5 a 6 meses. As mudas feitas de sementes levam 3 a 4 anos para frutificar, enquanto que mudas feitas por estacas levam 1 ou 2 anos.

Plantando: Deve ser plantados em lugar definitivo num espaçamento de 3 x 3 metros. As covas devem ter 40 cm de altura, largura e profundidade e nos 30 cm da terra de superfície se deve misturar 5 a 6 pás de matéria orgânica bem curtida, + 500 g de calcário e 1 kg de cinza. Deixar curtir por 2 meses, podendo fazer o plantio em qualquer época do ano se irrigada. Para plantar em vasos, utilize aqueles com as medidas: 50 cm de altura e 40 ou 50 cm de diâmetro, e preencher com o mesmo substrato indicado acima para o plantio de estacas.

Cultivando: Quando a adubação, faz-se com 2 ou 3 pás de composto orgânico e 30 gramas de NPK 4-14-8 distribuídos no inicio da primavera. A irrigação aumenta a produtividade e pode ser feita por gotejamento com uma media de 6 litros de água por planta em cada semana que não chover. Na época do fim do inverno, se faz a poda de frutificação, eliminando todos os ponteiros que frutificaram no ano passado e de limpeza, eliminando galhos secos, doentes ou mal localizados.

Usos: Frutifica nos meses de Setembro a Março. Os frutos são bem pequenos, mais podem ser consumidos in-natura. Os frutos são utilizados no RS para se fabricar Geléias. A planta é cultivada como ornamental por suas lindas flores que também são medicinais e consumidas na forma de chá curam resfriados, febres, inclusive a dengue. As flores são melíferas, especialmente para nossas pequenas abelhas nativas como a jataí e os frutos atraem inúmeros pássaros e fornecem alimento para eles por uns 6 meses no ano.

SANHAÇO frutinhas para passarinhos


O Fruto do Sanhaço (Psychotria carthagenensis)


Nome científico: Psychotria carthagenensis
Nomes Populares: carne-de-vaca, cafeeiro-do-mato, sanhaço, sanhaçaiba
Clima apropriado: Pode ser cultivada em todo o Brasil, suporta geadas leves.
Origem: América do Sul

Descrição da planta:
Arbusto ou arvore que pode chegar até 3 metros de altura. Espécie muito comum e presente em praticamente todos os biomas florestais do Brasil, estando presente nos principalmente no sub-bosque das matas.

Curiosidades: 
Pode ser plantado em vasos, no solo, tanto à pleno sol ou na sombra onde frutifica fartamente.

Consumo e utilização:
Os frutos podem ser consumidos in natura e tem gosto semelhante ao fruto do café. É muito utilizada em projetos de revegetação. Seus frutos atraem pássaros.

Sabugueiro

Sabugueiro ou sabugueirinho (Sambucus nigra)

em construção

Encontra-se quase sempre na forma de arbusto ou árvore pequena, de três a seis metros de altura. O tronco possui uma casca parda e acinzentada, quebradiça. As ramas, redondas, aos pares, uma em frente da outra, estão cheias de uma polpa espessa e branca. Os frutos são bagas de cor negra, violeta, redondas; contêm suco negro violeta ou vermelho, duas ou três sementes ovais e pardas.
Os cimos cortam-se à tesoura e colocam-se em cestos, estendendo-se depois numa só camada, no chão de um desvão ventilado e sombrio para secarem. Isto não se deve fazer muito devagar, se se quiser evitar o descolorido, sempre indesejável. Depois de bem secas, as flores apresentam um tom de marfim e desprendem um forte aroma. Separam-se então dos talos. Deve-se guardar as flores em recipientes isolados do ar, porque absorvem com facilidade a umidade e apodrecem.
Cortam-se todos os cimos com as bagas maduras, à tesoura, e separam-se as bagas em casa com um garfo. Se não se consumirem frescas, deixá-las secar, durante alguns dias, numa única camada expondo-as depois ao calor artificial (mas não a um forno muito quente). As bagas secas guardam-se em saquinhos dependurados ao ar ou em latas fechadas.
Colhem-se as folhinhas dos talos, evitando toda a pressão. Estendem-se numa única camada para secar, num lugar bem ventilado. Guardam-se em saquinhos. Deve-se colher só o que for necessário para o consumo.
Composição
Nas folhas, encontra-se na proporção de até 0, 1 % o glicósido samburigina-amigdalina (e emulsina), o qual dá lugar a glicose, óleo de amêndoas amargas (benzaldeído) e ácido cianídrico (HCN). As flores têm, além disso, pequenas quantidades de amigdalina, saponinas, um óleo essencial e éter. Na casca encontra-se uma resina de efeito drástico e nas bagas pretas tirosinas com abundância de vitaminas A, D e C. São mais ricas em vitaminas B do que qualquer outra variedade. As bagas contêm, além disso, ácidos málico tartárico, valeriânico, tânico, óleo essencial, simburigrina-amigdalina, solina, resinas, hidratos de carbono, glicose e um pouco de albumina.
Usos Terapêuticos
Como planta curativa, já de há muito se sabe que o sabugueiro fomenta a formação-de urina, suor e leite, o que se deve à presença do óleo essencial. Também se recomenda para resfriamentos, rouquidão, tosse, espirros, catarros do peito e bronquial, dores dos molares,nevralgias, dores de ouvidos e de cabeça e inflamação da laringe e da garganta.

Um cozimento de folhas, raízes e cascas frescas e verdes que se encontram debaixo da casca exterior, atua energicamente na expulsão de água e melhora extraordinariamente a secreção de sucos gástricos, embora provoque facilmente, se se tomar em grandes doses, vômitos, pelo que temos de estar precavidos. Só se deve consumir uma xícara diária (com uma colher das de sopa cheia de infusão) no caso de catarro gástrico crônico, doenças de urina e hidropisia.
Pelas suas características depurativas de sangue, hematopoética, diurética e sudorífera, as bagas tornam-se valiosas e o seu xarope é próprio para fazer uma cura de limpeza do sangue. Também limpará todos os restantes órgãos. Por causa do elevado conteúdo de vitamina B, não há que ficar surpreendido com o êxito dos seus sucos nas inflamações do sistema nervoso.
As bagas secas são um remédio excelente contra a diarréia: mastigar dez bagas, três vezes por dia.
O efeito sudorífero das flores de sabugueiro fica reforçado se lhe juntarmos uma metade de flor de tília e se acrescentarmos à infusão duas colherinhas de suco de limão. Quando se deseja uma positiva transpiração, como em casos de gripe, pneumonias incipientes, bronquite, reumatismo articular febril, etc., tomar a infusão várias vezes por dia.
USO ENERGÉTICO
O sabugueiro é indicado para pessoas que estão sempre temendo perder o controle das situações. Para quem tem movimentos involuntários de origem nervosa.
O sabugueiro reconstitui o EU, traz confiança, e amplia os sentidos. É ótimo para pessoas que se sentem embotadas, sem conseguir agir, vendo toda sua vida através de um esquema nebuloso.
É indicado para mulheres, juntamente com a Artemísia e a tanchagem, pois atua na reconstituição da auto estima, do respeito próximo e ajuda a colocar limites.
Tem uma atuação perfeita para as mulheres que se queixam que fizeram a opção errada, que estão presas dentro de suas casas com seus filhos, mas não sabem muito bem como resolver sua angústia.
Ajuda a posicionar o que está fora e o que está dentro de nós. O que vale a pena ser mexido, e o que nós temos que nos conformar e trabalhar para amenizar.
USO CULINÁRIO
As flores de sabugueiro são as coisas mais lindas e perfumadas que existem. Servem para enfeitar saladas, doces, sempre usadas cruas e frescas.
Geleia De Ervas E Sabugueiro
2 K de maçãs ácidas, preparadas conforme foi ensinado na geleia de rosas.
1 ramo de flores de sabugueiro, 1 galhinho de alecrim, galhinhos de Melissa, 1 galho de manjericão, pétalas de rosa branca.
Cozinhe as maçãs e forme um creme conforme o indicado.
Coloque o creme novamente na panela com o buquê de ervas previamente lavadas. Deixe cozinhar por mais 20 min , e coe novamente.
Acrescente, para cada kilo de creme, 5oo g de açúcar mascavo ou mel a gosto, recoloque na panela e deixe dar ponto com uma pitada de cravo e canela em pó.
Bebida de Flores de Sabugueiro
2 L de água
500 g de açúcar.
Sumo e raspa de um limão
Ferva a água com o açúcar, deixe esfriar, coloque o sumo e as raspas de limão e as flores de sabugueiro.
Deixe descansar por 24 h, coberto com um pano de linho ou uma fralda.
Coloque em um vidro de 3 l de boca larga, ou um recipiente que possa ser hermeticamente fechado.
Acrescente 1 l de vinho branco ou cidra e deixe descansar por duas semanas.
Essa bebida mágica pode ser servida como suco, e inclusive misturada com frutas e água
OUTROS USOS
Não existe nada mais maravilhoso que um banho de imersão com flores de sabugueiro.
Seu período menstrual se aproxima e com ele as cólicas? faça banhos de assento com flores e folhas de sabugueiro.
O sabugueiro pode ser encontrado em tintura mãe.
O chá de flores de sabugueiro é do outro mundo, no sentido literal e figurado, pois limpa a aura e prepara para coisas novas e criativas.
Os antigos achavam que dentro de cada sabugueiro morava uma curandeira que tinha sido morta na inquisição de forma injusta.
Sowing Instructions
Propagation:Seeds
Pretreat:about 24 hours soak in warm water
Stratification:about 2 months in a moist substrate at 2-5 ° C refrigerator
Sowing Time:all year round
Sowing Depth:Just cover lightly with substrate.
Sowing Mix:Coir or sowing mix + sand or perlite
Germination temperature:about 18-22 ° C.
Location:bright + keep constantly moist not wet
Germination Time:until it germinates 
Watering:Water regularly during the growing season

TOMATILLO "RIO VERDE", tomate verde Physalis ixocarpa

  
 


Usos: Consumo ao natural. Deliciosas SALSA  (molhos)  verdes.
Cultivo: Muito Fácil.
Nativa: Mexico
Família: Solaceae

Os tomatillos estão prontos para ser colhidos aproximadamente 100 dias após o transplante da planta. para melhor saber colha somente quando as folhas trocarem a cor de verde para bege.
. Temperaturas de 20 a 30 graus. Menos de 20 graus e a germinação pode demorar, muito menos temperaturas ou temperaturas muito quentes, acima de 35 graus, e podem não germinar.

Feijooa árvore frutífera nativa tb chamada de goiaba-serrana

 Acca sellowiana
Nomes Populares: Feijoa, Goiaba-da-serra, Goiaba-serrana, Goiaba-ananás, Goiaba-abacaxi, Goiaba-do-mato, Goiaba-do-campo, Goiaba-crioula, Araçá-do-rio-grande, Guarobí

Família: Myrtaceae
Origem: Brasil,América do SulArgentina, ParaguaiUruguai

No Brasil ainda é pouco conhecida e rara. Atribui-se isso ao fato de ser uma planta ainda pouco domesticada e seu frutos ser bastante perecível após a colheita, não resistindo mais que duas semanas. Há cerca de 4 cultivares melhoradas no Brasil, produzidas pelas EPAGRI, de Santa Catarina. Já a Nova Zelândia está bem mais adiantada, com mais de 30 cultivares produtivas, e outras tantas em desenvolvimento.
 As flores podem surgir solitárias ou em cachos. Os frutos amadurecem no outono e são elipsóides, sumarentos, com polpa gelatinosa, translúcida e brilhante no centro e granulosa, branca e opaca próximo à casca. A casca é verde, independente se o fruto está maduro ou não. Os frutos maduros caem no chão. Para saber o ponto certo da colheita, deve-se passar diariamente, verificando se o fruto está ligeiramente mais macio e se solta facilmente do ramo. A polpa é doce e ácida, com um perfume encantador. Diz-se que lembra a goiaba, o abacaxi e o morango, no sabor. 



As pétalas das flores da feijoa são doces e comestíveis também, sendo utilizadas em saladas e para adornar pratos. O fruto é consumido cozido ou mais frequentemente in natura, simplesmente partido ao meio e comido de colher, como uma deliciosa sobremesa. Com ele pode-se preparar sucos, vitaminas, mousses, geléias, compotas, sorvetes, licores, e uma infinidade de preparações culinárias. O frutos maduros se conservam em geladeira, mas por pouco tempo, e sua polpa pode ser congelada. Pesquisas em diversos países, apontam a feijoa como uma “superfruta”, um alimento com propriedades importantes, por seu conteúdo de vitaminas, minerais e substancias antioxidantes.







A feijoa se destaca no paisagismo principalmente por suas belas e delicadas flores. Ela pode ser utilizada isolada, em grupos e até mesmo em renques, formando boas cercas vivas. Admite podas de formação, que deixam a copa mais densa, embora prejudique a produção de frutos. Para estimular a produção de frutos, convém deixar a copa limpa e arejada. É ideal também para cultivar em vasos, adornando pátios, sacadas, entre outros espaços pavimentados ao ar livre.
Prefere o clima subtropical, com pelo menos 50 horas de frio para uma produção de frutos satisfatória. Tolerante a geadas, sofrendo apenas com danos leves caso ocorra geada fora de época. Teme o vento intenso. Multiplica-se por sementes, estaquia e enxertia. As sementes germinam em 40 a 90 dias após o plantio. Transplantar mudas com 40 cm ou mais, em dias nublados. A produção inicia-se entre 4 a 9 anos após o plantio, dependendo da origem das mudas. Bem adubada e sem estres de seca prescritiva de até em 3 anos.
É preciso plantas no mínimo 2 plantas para uma melhor produção. Floresce por 2 ou 3 anos consecutivos mais sem produção. Só produz boa quantidade de frutos a partir dos 9 anos de idade. 

Frutifica de fevereiro a maio. Os frutos são consumidos in-natura, na forma de sucos, sorvetes e doces.

Cozida lembra goste de araçazada.

Mudas no colecionadorde frutas raras veja quantidade minima de compra e freteno proprio site.  http://www.colecionandofrutas.org/accasellowiana.htm

Morus rubra, Mulberry red, amora rubra

E eu xingando a árvore que não amadurece....kkkk Contudo trata-se de uma especie rara de amora vermelha.
* A amora em alemão é chamada "maulbeerbaum"; em espanhol é "moral"; em francês é "murier"; em italiano é "gelso" e em inglês seu nome é "mulberry".

Nome comum: amora vermelha
Tipo: Árvore
Família: Moraceae
Escala nativa: Leste dos Estados Unidos, extremo sudeste do Canadá
Zona: 4 a 8



Características notáveis

Morus rubra, vulgarmente conhecida como amora vermelha, é uma árvore de tamanho médio, espalhando-se em posição vertical para arredondado, de folha caduca.  As árvores são monóicas ou dioicas. As folhas ficam amarelas no outono. Unisexual flores esverdeadas em pequenas catkin-como picos aparecem no início da primavera com flores masculinas e femininas geralmente aparecendo em árvores separadas (dioico). Árvores com apenas flores masculinas, obviamente, nunca dão frutos. As flores fêmeas fertilizadas são seguidas por frutas comestíveis. As frutas são doces e suculentas e podem ser comidas direto da árvore. As frutas também são usadas para geleias, compotas e vinhos.  As frutas também são muito atraentes para as aves.
O nome do gênero vem do nome latino.
Epíteto específico significa vermelho em referência à cor do fruto.

Aviso: Frutas Verde e a seiva leitosa de todas as partes têm baixa toxicidade se comido. Os sintomas incluem alucinações e dores de estômago. Princípio tóxico: Não identificado. 

* A amora em alemão é chamada "maulbeerbaum"; em espanhol é "moral"; em francês é "murier"; em italiano é "gelso" e em inglês seu nome é "mulberry".


Cuidados no uso:

Não utilize folhas frescas para suas preparações fitoterápicas. Deixe-as secar pelo menos um dia para eliminar a toxidade.

As frutas são importante auxiliar no tratamento da constipação, mas, se você comer em excesso, poderá apresentar diarréia.


Não coma frutos verdes, somente os maduros.



* Na mitologia grego-romana a amoreira era dedicada à deusa Minerva/Athena. Muito apreciada nos banquetes romanos, o uso da amora foi mencionado por Ovídio, Horácio e Virgílio. Além disso, foram encontradas representações da amoreira nas ruínas de Pompéia.

* Existe uma lenda que relata o surgimento das amoras vermelha e negra a partir da amoreira branca. Segundo o poeta Ovídio, dois jovens - Píramos e Tisbe - estavam apaixonados, mas suas famílias, que eram inimigas, não permitiam sua união. Um dia, eles decidiram fugir e marcaram um encontro fora da cidade, embaixo de uma grande amoreira branca. Tisbe chegou primeiro e avistou ali perto uma leoa com a boca suja do sangue da caça que acabara de comer. Apavorada, ela saiu correndo, deixando cair seu véu que, dilacerado pela leoa, ficou sujo de sangue. Quando Píramos chegou e encontrou o véu de Tisbe rasgado e marcado de sangue, desesperou-se e, pensando que sua amada estava morta, atravessou seu peito com a própria espada. Seu sangue jorrou e atingiu a amoreira branca. Quando Tisbe voltou e encontrou seu amado morto, pegou a espada e também atingiu o próprio coração. Naquele momento, os frutos da amoreira branca que foram atingidos pelo sangue tornaram-se vermelhos - quase negros - dando origem às amoras vermelha e negra. Por essa razão, acredita-se que o bicho-da-seda só se alimenta da espécie Morus alba (amora branca) porque esta ainda estaria purificada, sem a marca da tragédia dos dois jovens amantes.

* Em tempos antigos, as amoras eram usadas como maquiagem, com a função de ruborizar a face, como um rouge, ou blush.

Agora que descobri, vou testas se as sementes germinam.


Germinação:

Misture as sementes no substrato, tendo certeza de que tem um volume suficiente de material para manter as sementes separadas. Coloque a mistura de sementes em um saco plástico transparente (sacos zip-lock) com um tamanho apropriado para quer fique um pouco de folga (espaço com ar). Escreva a data no saco para que você saiba quando o tratamento foi iniciado.

As sementes necessitam de um período de frio para quebrar a dormência que é naturalmente encontrado nelas, isso é facilmente alcançado colocando o saco de sementes já preparadas, como indicado acima, na geladeira por 8 semanas. É perfeitamente possível que as sementes germinem no saco a estas temperaturas quando eles estão prontos para fazer isso no final do período de pré-tratamento, se isso acontecer,  basta retirar do saco e cuidadosamente planta-las.


Depois do pré-tratamento as sementes de Amoreira-preta são fáceis de germinar!



Framboesa silvestre, nativa arbusto com espinhos. Cozida tem gosto de geleia de morango.

 Framboesa silvestre.  Nome científico Rubus rosifolius 

Nomes populares
Amora-vermelha, amora-brava, rosa-canina, rosa-selvagem, framboesa-vermelha,Framboesa do campo, Framboesa vermelha, Amora de espinho, Moranguinho, Moranguinho de espinho, Morango silvestre.

Família
Rosaceae
Tipo
Subespontânea
Descrição
Subarbusto de herbáceo a lenhoso, bienal ou perene. Primocace com ramos tetragonais; ereto; patente, sub-angulosos, alcançando até 2,5m de altura, com 5mm de diâmetro, com brotos difusos, recurvados, sarmentosos, rastejantes, prostrados, vilosos com pelos glandulares, armados de acúleos pungentes, complanados na base, retrorsos, com 1-3mm de comprimento. Estípulas com 6-9mm de comprimento e 0,5mm de largura, vilosas, lineares ou subuladas. Folhas de 7-5-3 folíolos. Pecíolo, peciólulo do folíolo terminal e do folíolo lateral, medindo, respectivamente, 30-50mm, 8-16mm, 1mm de comprimento e 1mm de largura, cilíndrico, sulcado, viloso com acúleos retrorsos. Folíolo terminal com 55-85mm de comprimento e 22-38mm de largura, membranáceo, concolor oval-lanceolado, de base arredondada ou cuneada, ápice longamente acuminado, margem incisa, duplamente serreada, com dentes ovado-acuminado, glabrescente na face ventral e na face dorsal com um a dois acúleos na nervura principal e com pelos glandulares. Folíolos laterais com 36-55mm de comprimento e 19-20mm de largura, membranáceos, concolores, ovados, elípticos, oblongos, ou lanceolados, de base arredondada ou cuneada, ápice longamente acuminado, margens incisas duplamente serradas, com os dentes ovado-acuminados, glabrescente na face ventral e com 1-2 acúleos e pelos glandulares na costa média da face dorsal. Floricane com ramos quadrangulares, eretos ou escandentes alcançando até 2,5m de altura, com 3mm de diâmetro, vilosos e armados de acúleos retrorsos. Estípulas com 5-9mm de comprimento e 1mm de largura, vilosas, lineares ou subuladas, adnatas ao pecíolo. Folha de 5-3 folíolos, com predominância de três. Pecíolo e raque com, respectivamente, 27-39mm e 20-44mm de comprimento e 1mm de largura, cilíndricos, sulcados, vilosos quase inermes. Folíolo terminal com 28-35mm de comprimento e 19-23mm de largura, membranáceo, oval-lanceolado, base arredondada ou cuneada, ápice de agudo a acuminado, bordo inciso, duplo-serrado, com dentes ovado acuminados, glabrescente, na face ventral e na face dorsal pelos vilosos localizados na costa média e nos bordos. Peciólulos laterais, com cerca de 1mm de comprimento, viloso e opostos. Folíolos laterais, com 19-33mm de comprimento e 17-20mm de largura, concolores, membranáceos, ovados, arredondados elípticos, lanceolados, base arredondada ou cuneada, ápice agudo ou acuminado, margens incisas, bordos duplamente serrados, com dentes ovado-acuminados, glabrescente na face dorsal e com pelos vilosos na face ventral, localizados nas nervuras e nas margens do limbo. Sinflorescência tirsóide. Pedúnculo viloso de 1,9-3,4mm de comprimento e 1mm de largura. Bráctea foliácea, persistente, vilosa, com cerca de 22mm de comprimento, na base do pedúnculo. Bractéolas, 2, com 4mm de comprimento e 0,5mm de largura, lineares ou subuladas, vilosas, persistentes, foveoladas no ápice. Pedicelo com 10-20mm de comprimento, viloso com acúleos retrorsos. Flor de duas a cinco, de cor alva, pentâmera, perfeita, hermafrodita, actinomorfa. Cálice com 18-23mm de comprimento e 4-5mm de largura, foliáceo, viloso-pubescente, com lacínias oblongo-lanceoladas de ápice longo-acuminado, reflexo e persistente no fruto. Receptáculo floral subgloboso com 6-8mm de comprimento e 3-4mm de largura, glabro. Pétalas glabras suborbiculares ou obovadas, unguiculadas, eretas na antese, depois patentes e por fim caducas. Estames, os mais curtos com 5mm, os mais longos com 7mm de comprimento e 0,5mm de largura, anteras de 1mm de comprimento e 0,5mm de largura, persistentes no fruto. Carpelos ovário com 1mm de comprimento e 0,5mm de largura, pelos glandulares no dorso, estilete, geralmente, 1,5mm de comprimento com papilas estigmáticas aglomeradas no ápice. Fruto apocárpico, com 3-5mm de comprimento e 1,5-2mm de largura, constituído de numerosas drupéolas glabras, subglobosas, vermelhas, unidas por filamentos do epicarpo na base, com receptáculo frutífero, oco, em forma de dedal, desprendendo-se o conjunto na maturação como um todo. Endocarpo subgloboso, com 1mm de comprimento e 0,8mm de largura, castanho-escuro, com testa pétrea foveolada. (FUKS, 1984).
Característica
Floração / frutificação
Floresce em março, abril, maio e outubro. Frutificando no mesmo período.
Dispersão
Zoocórica
Habitat
Planta preferencialmente ciófila, desenvolvendo-se também em locais mais abertos; ocorre em barrancos e campos secundários. Ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista.
Distribuição geográfica
Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)
Etimologia
O epíteto rosifolius é um nome latino, composto, referindo-se à semelhança das folhas com as das rosas. (FUKS, 1984).

A Análise química dos frutos demonstrou que estes possuem altos valores de potássio (K), e de minerais, estes superiores até ao do próprio morango.

Os frutos são comestíveis, servindo para o preparo de doces, geléias, compotas, vinho, licores, polpa concentrada, sucos e sorvetes. A planta é cultivada ocasionalmente como ornamental ou frutífera em pomares e jardins, e são uma importante fonte de alimento para a avifauna.


Na língua Guarani é chamada de tembiadja ka’aguy.


Planta subtropical que pode ser cultivada no sul e sudeste do Brasil, pois é muito resistente a geadas de até – 4 grau, adaptando-se a altitudes desde o nível do mar até 2.000 metros de altitude; podendo ser cultivada a pleno sol ou a meia sombra, em solos ácidos ou alcalinos, argilosos e encharcados ou vermelhos, arenosos e secos. A planta tem um sistema radicular rizomatoso que reproduz-se por brotações anuais no inicio da primavera e caules anuais ou bienais que cresce de rebentos das raízes e frutificando após 6 meses de crescimento. Quanto ao terreno, aprecia solos que sejam ricos em matéria orgânica e com boa umidade natural, podendo ser úmidos ou bem drenados. Pode ser cultivada em pleno sol em ambiente sombreado. As plantas iniciam a frutificação com 1 a 2 anos e mantém a produção por 5 a 8 anos.

Mudas: As sementes medem 1 mm de diâmetro e depois de despolpadas e lavadas sob uma peneira em água corrente, podem ser armazenadas por até 6 meses, sem perder o poder germinativo. Recomendo semear superficialmente em jardineiras contendo substrato feito de 40 % de terra argilosa ou vermelha, 20% de areia e 40% de matéria orgânica bem curtida. As sementes têm índice de germinação na faixa dos 85% e nascem em 30 a 60 dias. Quando as plântulas atingirem 10 cm de altura já podem ser transplantadas para embalagens individuais. O crescimento das mudas é moderado se forem formadas em local ensolarado, atingindo 40 cm em 7 a 8 meses. Pode ser propagada mais facilmente por pedaços de raiz ou divisão de brotações da touceira.