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Gravatá do cerrado, banana do mato


Bromélia Caraguatá ou Banana-do mato. Também chamada de Gravatá do cerrado.




Indicações: Aftas, aparelho respiratório, asma, bronquite, coqueluche, tosse, vermes. Propriedades medicinais: emoliente, expectorante, diurético, tônico, vermífugos. Xarope: aparelho respiratório, asma, bronquite, coqueluche, tosse, vermes; Suco diluído em água, uso externo: aftas. Tosse : Corte o fruto em 4 fatias e coloque em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Amasse bem em um pilão, coe e adicione 2 xícaras de café de açúcar cristal. Retorne novamente ao fogo, até dissolver bem todo o açúcar. Pode acrescentar algumas sementes de erva-doce ou casca de canela. Tome 1 colher de sopa, 2 a 3 vezes ao dia. Para crianças ministrar somente metade da dose. Afecções da mucosa da boca: Coloque 1 colher de sopa de folhas fatiadas em 1 xícara de chá de água em fervura. Desligue o fogo, espere esfriar, coe

SABUGUEIRO

http://www.colecionandofrutas.org/sambucusaustralis.htm

SAMBUCUS AUSTRALIS
FAMÍLIA DAS ADOXACEAE (antes Caprofoliaceae)


NOMENCLATURA E SIGNIFICADO: ACAPORA, vem do guarani e significa “Erva ou folha contra bolhas” (fazendo alusão a doença chamada catapora, pois essa planta cura essa doença). Também recebe os nomes: Amigo do peito (por tratar a pneumonia) Sabugueiro, Sabugueiro negro, Sabugueiro do Rio Grande e Mata-frebre.

Origem: Ocorrem nas matas ciliares e nos campos, sendo nativa da vegetação do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Essa espécie também ocorre na Argentina e no Uruguai. Mais informações no link:

Características: É um arbusto grande ou arvoreta que atinge de 2 a 4 m de altura com copa baixa, larga e bastante irregular com tronco tortuoso, as vezes com rebentos próximos a planta mãe formando nova planta emaranhada com a primeira. O tronco mede de 5 a 15 cm de diâmetro e tem casca fissurada (com rachaduras) no sentido vertical, tendo coloração cinzento prateada. As folhas são compostas imparipinadas (como pena mais terminando com 1 folíolo na ponta), formada de raque (pecíolo e haste central) cilíndrico e espesso na base) medindo 15 a 35 cm de comprimento, com 5 a 7 pares de folíolos. Os folíolos são sésseis (sem haste ou suporte), são simples e de textura papirácea (semelhante a papel), medindo 3 a 7,5 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. A lamina á glabra (sem pelos) e é facilmente identificada quando amassada, pois exala cheiro desagradável; também se pode notar as nervuras salientes e a margem serreada. As flores nascem em corimbos (tipo de cacho semelhante a um guarda-chuva) terminais de 15 a 30 cm de comprimento, contendo centenas de minúsculas flores brancas e odoríferas. O fruto é uma drupa globosa, de cor roxa escura quando madura, de sabor agridoce, medindo 4 a 8 mm de diâmetro e contendo 3 a 5 sementes.

Dicas para cultivo: Planta subtropical que pode ser cultivada com sucesso em praticamente todo o Brasil. É muito resistente a geadas de até – 4 grau, adaptando-se a altitudes a nível do mar até 1.400 m. Quanto ao terreno, adapta-se a diferentes tipos de solos que sejam ricos em matéria orgânica e com boa umidade natural, podendo ser úmidos ou bem drenados. Pode ser cultivada em pleno sol ou em ambiente sombreado. Também pode ser cultivada em vasos grandes.

Mudas: As sementes medem 2 mm de comprimento e depois de despolpadas e lavadas sob uma peneira em água corrente, podem ser armazenadas por mais de 1 ano sem perder o poder germinativo. Recomendo semear em jardineiras de 40 cm de comprimento por 20 cm de largura e 20 cm de altura, preenchidas com substrato feito de 50% de areia de rio e 50% de matéria orgânica bem curtida. Cobrir as sementes com 0,4 mm de substrato e irrigar levemente. A emergência ocorre 20 a 45 dias e as plântulas podem ser passadas para embalagens individuais quando atingirem 15 cm de comprimento. Essa espécie também pode ser cultivadas por estacas maduras retiradas na primavera. Afincar10 cm da estaca diretamente em embalagens individuais contendo substrato feito de 40 % de terra argilosa ou vermelha, 20% de areia e 40% de matéria orgânica bem curtida. O crescimento das mudas é rápido se forem formadas em local ensolarado e atingem 40 cm em 5 a 6 meses. As mudas feitas de sementes levam 3 a 4 anos para frutificar, enquanto que mudas feitas por estacas levam 1 ou 2 anos.

Plantando: Deve ser plantados em lugar definitivo num espaçamento de 3 x 3 metros. As covas devem ter 40 cm de altura, largura e profundidade e nos 30 cm da terra de superfície se deve misturar 5 a 6 pás de matéria orgânica bem curtida, + 500 g de calcário e 1 kg de cinza. Deixar curtir por 2 meses, podendo fazer o plantio em qualquer época do ano se irrigada. Para plantar em vasos, utilize aqueles com as medidas: 50 cm de altura e 40 ou 50 cm de diâmetro, e preencher com o mesmo substrato indicado acima para o plantio de estacas.

Cultivando: Quando a adubação, faz-se com 2 ou 3 pás de composto orgânico e 30 gramas de NPK 4-14-8 distribuídos no inicio da primavera. A irrigação aumenta a produtividade e pode ser feita por gotejamento com uma media de 6 litros de água por planta em cada semana que não chover. Na época do fim do inverno, se faz a poda de frutificação, eliminando todos os ponteiros que frutificaram no ano passado e de limpeza, eliminando galhos secos, doentes ou mal localizados.

Usos: Frutifica nos meses de Setembro a Março. Os frutos são bem pequenos, mais podem ser consumidos in-natura. Os frutos são utilizados no RS para se fabricar Geléias. A planta é cultivada como ornamental por suas lindas flores que também são medicinais e consumidas na forma de chá curam resfriados, febres, inclusive a dengue. As flores são melíferas, especialmente para nossas pequenas abelhas nativas como a jataí e os frutos atraem inúmeros pássaros e fornecem alimento para eles por uns 6 meses no ano.

SANHAÇO frutinhas para passarinhos


O Fruto do Sanhaço (Psychotria carthagenensis)


Nome científico: Psychotria carthagenensis
Nomes Populares: carne-de-vaca, cafeeiro-do-mato, sanhaço, sanhaçaiba
Clima apropriado: Pode ser cultivada em todo o Brasil, suporta geadas leves.
Origem: América do Sul

Descrição da planta:
Arbusto ou arvore que pode chegar até 3 metros de altura. Espécie muito comum e presente em praticamente todos os biomas florestais do Brasil, estando presente nos principalmente no sub-bosque das matas.

Curiosidades: 
Pode ser plantado em vasos, no solo, tanto à pleno sol ou na sombra onde frutifica fartamente.

Consumo e utilização:
Os frutos podem ser consumidos in natura e tem gosto semelhante ao fruto do café. É muito utilizada em projetos de revegetação. Seus frutos atraem pássaros.

Cipo carambola


http://www.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=16815

Espécie: 
Gonolobus parviflorus Decne.
Família: 
Apocynaceae
Nome popular: 
Ocorrência no RS: 
Nativa

Crem (Tropaeolum pentaphyllum )

Nomes populares:Crem, batata-crem, crem-de-cipó
É batata, é boa, é saudável e é linda!
 Batata-Crem é uma planta  que vive por muito tempo, perde as folhas em determinada época do ano, tem tubérculos ("batatas") de até 1,5 kg.
Os ramos são finos e trepadores, fixam-se em suportes, sendo ideal para cercas vivas.
 Tem folhas compostas de 5 em 5, sem pelo, e de coloração muito mais clara na parte inferior, indo de 2 a 4 cm de comprimento. 
As flores parecem tubos, de cor rosa, ficam na ponta de fios. 

Propagação:
A planta é espontânea em áreas abertas da região sul. Propagação: Para plantá-la utilize as sementes e/ou tubérculos.
As flores, folhas, botões, frutos podem ser consumidas como salada, o consumo mais comum dos tubérculos é em conserva, e as sementes também são comestíveis. Além do potencial uso em cercas-vivas lindas e comestíveis.
 conforme o livro os tubérculos possuem "teor de inulina significativo (2,92g), sendo considerados  antiescorbúticos e depurativos. Há indicação dos tubérculos para redução e controle do colesterol. "  

Feijooa árvore frutífera nativa tb chamada de goiaba-serrana

 Acca sellowiana
Nomes Populares: Feijoa, Goiaba-da-serra, Goiaba-serrana, Goiaba-ananás, Goiaba-abacaxi, Goiaba-do-mato, Goiaba-do-campo, Goiaba-crioula, Araçá-do-rio-grande, Guarobí

Família: Myrtaceae
Origem: Brasil,América do SulArgentina, ParaguaiUruguai

No Brasil ainda é pouco conhecida e rara. Atribui-se isso ao fato de ser uma planta ainda pouco domesticada e seu frutos ser bastante perecível após a colheita, não resistindo mais que duas semanas. Há cerca de 4 cultivares melhoradas no Brasil, produzidas pelas EPAGRI, de Santa Catarina. Já a Nova Zelândia está bem mais adiantada, com mais de 30 cultivares produtivas, e outras tantas em desenvolvimento.
 As flores podem surgir solitárias ou em cachos. Os frutos amadurecem no outono e são elipsóides, sumarentos, com polpa gelatinosa, translúcida e brilhante no centro e granulosa, branca e opaca próximo à casca. A casca é verde, independente se o fruto está maduro ou não. Os frutos maduros caem no chão. Para saber o ponto certo da colheita, deve-se passar diariamente, verificando se o fruto está ligeiramente mais macio e se solta facilmente do ramo. A polpa é doce e ácida, com um perfume encantador. Diz-se que lembra a goiaba, o abacaxi e o morango, no sabor. 



As pétalas das flores da feijoa são doces e comestíveis também, sendo utilizadas em saladas e para adornar pratos. O fruto é consumido cozido ou mais frequentemente in natura, simplesmente partido ao meio e comido de colher, como uma deliciosa sobremesa. Com ele pode-se preparar sucos, vitaminas, mousses, geléias, compotas, sorvetes, licores, e uma infinidade de preparações culinárias. O frutos maduros se conservam em geladeira, mas por pouco tempo, e sua polpa pode ser congelada. Pesquisas em diversos países, apontam a feijoa como uma “superfruta”, um alimento com propriedades importantes, por seu conteúdo de vitaminas, minerais e substancias antioxidantes.







A feijoa se destaca no paisagismo principalmente por suas belas e delicadas flores. Ela pode ser utilizada isolada, em grupos e até mesmo em renques, formando boas cercas vivas. Admite podas de formação, que deixam a copa mais densa, embora prejudique a produção de frutos. Para estimular a produção de frutos, convém deixar a copa limpa e arejada. É ideal também para cultivar em vasos, adornando pátios, sacadas, entre outros espaços pavimentados ao ar livre.
Prefere o clima subtropical, com pelo menos 50 horas de frio para uma produção de frutos satisfatória. Tolerante a geadas, sofrendo apenas com danos leves caso ocorra geada fora de época. Teme o vento intenso. Multiplica-se por sementes, estaquia e enxertia. As sementes germinam em 40 a 90 dias após o plantio. Transplantar mudas com 40 cm ou mais, em dias nublados. A produção inicia-se entre 4 a 9 anos após o plantio, dependendo da origem das mudas. Bem adubada e sem estres de seca prescritiva de até em 3 anos.
É preciso plantas no mínimo 2 plantas para uma melhor produção. Floresce por 2 ou 3 anos consecutivos mais sem produção. Só produz boa quantidade de frutos a partir dos 9 anos de idade. 

Frutifica de fevereiro a maio. Os frutos são consumidos in-natura, na forma de sucos, sorvetes e doces.

Cozida lembra goste de araçazada.

Mudas no colecionadorde frutas raras veja quantidade minima de compra e freteno proprio site.  http://www.colecionandofrutas.org/accasellowiana.htm

Ginseng-brasileiro é uma planta nativa e medicinal identificando...

fáfia ou ginseng-brasileiro é uma planta nativa cujo nome popular é para-tudo. O seu nome já indica que a fáfia é aconselhada para uma grande diversidade de situações de saúde.
No Brasil temos identificadas 20 espécies do gênero Pfaffia que diferem conforme a região de origem porém, na medicina popular todas têm indicação e, em geral são conhecidas como para-tudo ou suma. Existem fáfias em todos os biomas e, é mais abundante no cerrado.
As mais conhecidas e estudadas são a Pfaffia paniculata, nativa daAmazônia e cujo extrato compõe a fitoterapia nacional já a longos anos. Outras duas também bastante estudadas são a Pfaffia iresinoides,Pfaffia glomerata.
O que aproxima esta planta do ginseng oriental (Panax sp) são suas qualidades curativas, mais concentradas na raiz, e o formato desta que, em muitas vezes, apresenta antropomorfismo.
O Ginseng-Brasileiro (Pfaffia paniculata) é uma planta medicinal também conhecida como Ginseng-do-Brasil (Brazillian Ginseng), Ginseng-da-Amazônia, Ginseng-Amazônico, Suma, Cenoura-Brasileira e Para-Todo. Pertence a família Amarantheaceae. Usos Tradicionais: AIDS (HIV), anemia, bronquites, câncer, candidíase, diabetes, esclerose múltipla, hipoglicemia, tensão, tuberculose, tumores, vírus de Epstein-barr. Propriedades Medicinais: adaptógeno, afrodisíaco, demulcente, imunoestimulante, nutritivo, regulador de açúcar no sangue, tônico.
plantasmedicinaisefitoterapia -ginseng-brasileiro/
Saiba mais: http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/plantas-medicinais-ginseng-brasileiro/ .

As indicações de uso se assemelham às do ginseng oriental:

  • fadiga, estresse, cansaço físico ou psíquico - estes são os usos mais comuns em todas as regiões
  • problemas estomacais
  • problemas sanguíneos - circulatórios, anemia, plaquetas
  • imunidade
As fáfias, em geral, são usadas em garrafadas, como tônicoaperiente eestimulante. Também são muito indicadas em casos de dores de cabeça de origem hepática.
Mas, seu uso não é recomendado em casos de pessoas com especial sensibilidade aos princípios ativos e nem se aconselha o aumento das doses indicadas pelo médico, erveiro, curandeiro ou fitoterapeuta que são os profissionais capacitados para a recomendação clínica.
Vitaminas A, B2, B3, B12, C, D, E, F, ácido pfáfico, fosfosídeos, estigmasterol (hormônio), sitosterol (outro hormônio), alantoína (bom cicatrizante de feridas), fósforo, cálcio, potássio, aminoácidos, mucilagem e saponinas (foram descobertas seis, por Kamadawa, na Escola de Farmácia da Universidade de Hokuriku, Japão).

Leia mais:http://www.noticiasnaturais.com/2015/01/pfaffia-conheca-os-beneficios-do-ginseng-brasileiro/#ixzz4r3crJpad
PESQUISANDO
Aconselha-se usá-la em pó da raiz na quantidade de 5 a 10 g ou por decocção da raiz (10g também) ao dia. Há cápsulas no mercado.
Anti-fadiga 
Colocar uma colher de sobremesa de raiz em pó em uma xícara e adicionar água fervente. Abafar por dez minutos, esperar esfriar um pouco e coar. Tomar uma xícara em jejum pela manhã e outra à noite.
Anti-fadiga e anti-anêmica 
Colocar duas colheres de sopa de pó em uma garrafa de vinho branco seco. Deixe macerar por uma semana, agitando a garrafa de vez em quando e coe. Tomar um cálice de duas a três ao dia, antes das principais refeições.
Tônico 
Em uma xícara, colocar uma colher de sobremesa de pó de raiz de Pfaffia e uma de Guaraná em pó, adicionando-se água fervente. Abafado, por dez minutos e beber ainda morno. Tome-se uma xícara após o café da manhã e outra à tarde.
Cefaleia, estresse
Uma colher de sopa de pó, dever ser colocada em uma xícara de álcool de cereais a 60 %. Deixando-se tudo em maceração por dez dias, coe em pano, espremendo bem o conteúdo. Tome de dez a quinze gotas ou uma colher de chá em pouco de água, duas vezes ao dia (uma pela manhã e outra a noite).



Frutas brasileiras 1, 2 e 3 conferindo...


Lista de frutas brasileiras:
Conferindo.....


Acanthosyris spinescens (sombra-de-touro)
Acca sellowiana (goiaba-serrana-coolidge), (goiaba-serrana-mammoth), (goiaba-serrana-triumph)
Acrocomia aculeata (macaúba)
Aiphanes aculeata (cariota-de-espinho)
Alibertia edulis (marmelada-de-cavalo)
Allagoptera arenaria (guriri)
Ambelania acida (pepino-do-mato)
Anacardium giganteum (cajuí)
Anacardium humile (caju-anão)
Anacardium microcarpum (cajuzinho)
Anacardium occidentale (caju “CCP 76″), (caju “CCP 06″), (caju “END 157″)
Ananas comosus (abacaxi-pérola), (abacaxi-smooth cayenne), (abacaxi-gomo-de-mel)
Annona cacans (araticum-cagão)
Annona coriacea (marôlo)
Annona crassiflora (marôlo)
Annona glabra (araticum-liso)
Annona montana (graviola-silvestre)
Annona salzmannii (araticum-verdadeiro)
Astrocaryum aculeatum (tucumã)
Astrocaryum murumuru (murmurú)
Astrocaryum vulgare (tucumã-do-pará)
Attalea dubia (indaiá)
Bactris ferruginea (mané-velho)
Bactris maraja (marajá)
Bactris setosa (tucum)
Bellucia grossularioides (goiaba-de-anta)
Bellucia imperialis (goiaba-de-anta-vermelha)
Bertholletia excelsa (castanha-do-pará)
Bombacopsis glabra (castanha-do-maranhão)
Bromelia antiacantha (gravatá)
Brosimum gaudichaudii (maminha-cadela)
Butia capitata (butiá-do-cerrado)
Butia eriospatha (butiá-da-serra)
Butia odorata (butiá-da-praia)
Butia purpurascens (butiá-jataí)
Butia yatai (yataí))
Byrsonima crassifolia (muricí-do-praia)
Byrsonima verbacifolia (murici-rasteiro)
Campomanesia adamantium (guabiroba-amarela), (guabiroba-verde) , (guabiroba-vermelha)
Campomanesia aurea (guabirobinha-do-campo)
Campomanesia guazumifolia (sete-capotes)
Campomanesia lineatifolia (guabiraba)
Campomanesia neriiflora (guabiroba-branca)
Campomanesia phaea (cambuci)
Campomanesia pubescens (guabiroba-peluda)
Campomanesia schlechtendaliana (guabiroba-rugosa)
Campomanesia sessiliflora (guabiroba-verde)
Campomanesia xanthocarpa (guabiroba)
Campomanesia xanthocarpa var. litoralis (guabiroba-da-praia)
Cariocar coriaceum (pequiá)
Caryocar brasiliensis (piqui)
Caryocar microcarpum (pequiarana)
Caryocar villosum (piquiá)
Casearia decandra (cambroé)
Casearia rupestris (pururuca)
Cassia leiandra (mari-mari)
Celtis iguanaea (jameri)
Cereus jamacaru (mandacaru)
Cheilochlinium cognatum (uarutama)
Chondodendron platyphyllum (jaboticaba-de-cipó)
Chrysobalanus icaco (ajurú-branco), (ajurú-preto), (ajurú-vermelho)
Cocos nucifera (côco-gigante), (côco-anão-pingo-de-ouro), (côco-baé ou híbrido)
Cordiera elliptica (marmelada-de-pinto)
Cordiera humilis (marmelada-rasteira)
Cordiera sessilis (marmelada-de-cachorro)
Couepia bracteosa (pajurá)
Couepia longipendula (castanha-de-galinha)
Couepia subcordata (umarirana)
Couma utilis (sorvinha)
Crataeva tapia (tapiá)
Dicella nucifera (castanha-de-cipó)
Diospyros brasiliensis (olho-de-boi)
Diospyros hispida (caqui-do-cerrado)
Diospyros inconstans (marmelinho)
Dipteryx alata (cumbaru)
Duguetia furfuracea (marolinho-do-cerrado)
Duguetia lanceolada (pindaíva)
Endopleura uchi (uxi)
Epiphyllum phyllanthus (falsa-saborosa)
Eugenia brasiliensis (gumixama-preta), (grumixama-amarela), (grumixama-vermelha)
Eugenia calycina (cerejinha)
Eugenia candolleana (murtinha)
Eugenia copacabanensis (cambuí-amarelo)
Eugenia dysenterica (cagaita)
Eugenia florida (guamirim)
Eugenia involucrata (cereja-do-rio-grande), (cereja-do-rio-grande-dulcíssima), (cereja-do-rio-grande-gigante)
Eugenia itaguahiensis (grumixama-mirim)
Eugenia klotzschiana (pêra-do-campo)
Eugenia leitonii (goiabão)
Eugenia luschnathiana (pitomba-da-bahia)
Eugenia lutescens (perinha)
Eugenia multicostata (pau-alazão)
Eugenia myrcianthes (pêssego-do-mato)
Eugenia neonitida (pitangatuba)
Eugenia patrisii (ubaia)
Eugenia pitanga (pitanga-do-cerrado)
Eugenia pyriformis (uvaia-piriforme), (uvaia-redonda), (uvaia-rugosa-doce)
Eugenia speciosa (laranjinha-do-mato)
Eugenia stipitata (araçá-boi)
Eugenia uniflora (pitanga-vermelha), (pitanga-alaranjada), (pitanga-preta)
Euterpe edulis (palmito-juçara)
Euterpe oleracea (assaí-do-pará))
Euterpe precatoria (assaí-do-amazonas)
Fuchsia regia (brinco-de-princesa)
Garcinia acuminata (bacuri-azedo)
Garcinia brasiliensis (bacupari-miúdo)
Garcinia gardneriana (bacupari)
Garcinia macrophylla (bacuripari)
Garcinia madruno (bacuri)
Gaylussacia angustifolia (camarinha-da-serra)
Gaylussacia brasiliensis (camarinha)
Genipa americana (genipapo)
Genipa infudibuliformis (jenipapo-liso)
Hancornia speciosa (mangaba-da-restinga)
Hancornia speciosa var. pubescens (mangaba)
Hymenaea courbaril (jatobá)
Hymenaea stigonocarpa (jatobá-do-cerrado)
Inga cinnamomea (ingá-chinelo)
Inga edulis (ingá-cipó)
Inga laurina (ingá-branco)
Inga marginata (ingá-feijão)
Inga sessilis (ingá-ferradura)
Inga vera (ingá-banana)
Inga vulpina (ingá-miúdo)
Jacaratia spinosa (jaracatiá)
Lecythis lanceolata (sapucaia-mirim)
Lecythis pisonis (sapucaia)
Licania salzmannii (oití-da-bahia)
Maclura tinctoria (taiuva)
Manilkara huberi (maçaranduba)
Manilkara salzmannii (maçaranduba-preta)
Manilkara subsericea (maçaranduba)
Mauritia flexuosa (buriti)
Maximiliana maripa (inajá)
Melancium campestre (melancia-do-campo)
Mouriri pusa (puçá)
Myrcianthes pungens (guabiju)
Myrciaria aureana (jaboticaba-branca)
Myrciaria cauliflora (jaboticaba-paulista), (jaboticaba-açu-paulista), (jaboticaba-ponhema), (jaboticaba-precoce), (jaboticaba-vermelha)
Myrciaria coronata (jaboticaba-coroada)
Myrciaria dubia (camu-camu)
Myrciaria floribunda (camboim)
Myrciaria glazioviana (cabeludinha)
Myrciaria grandifolia (jaboticaba-graúda)
Myrciaria jaboticaba (jaboticaba-sabarazinha), (jaboticaba-cascuda), (jaboticaba-pingo-de-mel), (jaboticaba-rajada), (jaboticaba-sabará)
Myrciaria oblongata (jaboticaba-azeda)
Myrciaria phitrantha (jaboticaba-costada)
Myrciaria tenella (camboim)
Myrciaria trunciflora (jaboticaba-de-cabinho)
Oenocarpus bacaba (bacaba)
Oenocarpus bataua (patauá)
Oenocarpus distichus (bacaba-de-leque)
Opuntia monacantha (urumbeba)
Opuntia paraguayensis (arumbeva)
Orbignya phalerata (babaçu)
Pachira aquatica (monguba)
Parinari obtusifolia (fruta-de-ema)
Passiflora alata (maracujá-doce)
Passiflora ambigua (maracujá-doce)
Passiflora amethystina (maracujá-de-cobra)
Passiflora caerulea (maracujá-vermelho)
Passiflora cincinnata (maracujá-mochila)
Passiflora coccinea (maracujá-poranga)
Passiflora edulis (maracujá-roxo),(maracujá-flavicarpa),(maracujá-AR1), (maracujá EC-Ram), (maracujá GA-2), (maracujá-IAC-Paulista), (maracujá Monte Alegre,IAC-273)
Passiflora eichleriana (maracujá-de-cobra)
Passiflora elegans (maracujá-de-estalo)
Passiflora foetida (maracujá-de-cheiro)
Passiflora galbana (maracujá-do-mato)
Passiflora giberti (maracujá-bravo)
Passiflora laurifolia (maracujá-peroba)
Passiflora loefgreenii (maracujá-de-alho)
Passiflora mucronata (maracujá-de-restinga)
Passiflora nitida (suspiro)
Passiflora picturata (maracujá-redondo)
Passiflora quadrangularis (maracujá-mamão)
Passiflora serrato-digitata (maracujá-pedra)
Passiflora setacea (maracujá-sururuca)
Passiflora tenuiphila (maracujá-de-cobra)
Passiflora vitifolia (maracujá-folha-de-uva)
Paulinia cupana (guaraná)
Peritassa campestris (bacupari-do-cerrado)
Physalis pubescens (camapu)
Pilosocereus arrabidae (pitaia-da-restinga)
Platonia insignis (bacuri-açu)
Plinia edulis (cambucá)
Plinia rivularis (guaburiti)
Poraqueiba sericea (umari)
Porcelia macrocarpa (banana-de-macaco)
Posoqueria latifolia (baga-de-macaco)
Pourouma cecropiifolia (mapati)
Pouteria bullata (bapeba)
Pouteria caimito (abiu-comprido), (abiu-redondo), (abiu-ticuna)
Pouteria gardneriana (aguaí-guaçu)
Pouteria gardnerii (sapotinha)
Pouteria grandiflora (bapeba-da-restinga)
Pouteria macrophylla (cutite)
Pouteria pachycalyx (bapeba)
Pouteria ramiflora (curriola)
Pouteria torta (guapeva)
Pouteria venosa (aboirana)
Pradosia brevipes (fruto-de-tatu)
Pradosia lactescens (marmixa)
Psidim guajava (goiaba-yonemura), (goiaba-amarela), (goiaba-cascuda), (goiaba-courtbel), (goiaba-h.açu), (goiaba-kumagai), (goiaba-Ogawa 2), (goiaba-paluma), (goiaba-rica), (goiaba-pedro-sato), (goiaba-supreme-red-ruby)
Psidim guajava var. minor (goiaba-miniatura)
Psidium acutangulum (araçá-pêra)
Psidium cattleianum (araçá-amarelo ou mirim), (araçá-vermelho), (araçá-Ya-ci)
Psidium cinereum (araçá-cinzento)
Psidium firmum (araçá-do-cerrado)
Psidium guineense (araçá-do-campo)
Psidium rufum (araçá-roxo)
Psidium salutare (araçá-rasteiro)
Quararibea cordata (sapota-do-solimões)
Rhamnidium elaeocarpus (saguaraji)
Rollinia emarginata (araticum-mirim)
Rollinia mucosa (biribá-comum), (biribá “Liso”), (biribá “Prolific”)
Rollinia salicifolia (cortiça-lisa)
Rollinia sericea (cortiça)
Rollinia sylvatica (cortiça)
Rubus erythrocladus (amora-verde)
Rubus rosifolius (amora-vermelha)
Rubus sellowii (amora-preto-vermelha)
Salacia elliptica (siputá)
Scheelea butyracea (jaci)
Scheelea phalerata (bacurí)
Sicana odorifera (cruá)
Sideroxylon obtusifolium (sapotiaba)
Solanum sessiliflorum (cubíu)
Spondias macrocarpa (cajá-redondo)
Spondias mombin (taperebá)
Spondias sp (umbu-cajá)
Spondias tuberosa (umbu)
Spondias venulosa (cajá-grande)
Sterculia apetala (mandovi)
Sterculia striata (chicá-do-cerrado)
Syagrus cearensis (catolé)
Syagrus coronata (licuri)
Syagrus flexuosa (acumã)
Syagrus macrocarpa (marirosa)
Syagrus oleracea (guariroba)
Syagrus romanzoffiana (jerivá)
Syagrus schyzophylla (aricuriroba)
Syagrus vagans (ariri)
Talisia esculenta (pitomba)
Theobroma bicolor (pataste)
Theobroma cacao (cacau)
Theobroma grandiflora (cupuaçu)
Theobroma speciosum (cacauí)
Theobroma subincanum (cupuí)
Tontellea micrantha (bacupari)
Vasconcella quercifolia (mamãozinho-do-mato)
Vitex cymosa (jaramantaia)
Vitex montevidensis (tarumã)
Vitex polygama (tarumã-do-cerrado)
Xymenia americana (limãozinho-da-praia)
Zizyphus joazeiro (joá)

Zizyphus mistol (mistol)