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HIBISCO-COLIBRI - ( Malvaviscus arboreus )

NOME CIENTÍFICOMalvaviscus arboreus.

NOME POPULAR: Hibisco-colibri, malvaisco,malva-de-colibri.
 É uma PANC. A sigla significa Plantas Alimentícias Não Convencionais. E tem uso medicinal vale apena pesquisar, entre outros meneficios chá para memoria. E outras coisas mais que não me lembro. (vou provar este chá, rico em vitamina B7 chá link) Flores novas pode ser consumida. 

FamíliaMalvaceae;
Ciclo de vida: Perene;
Luminosidade: Pleno sol e Meia-sombra.
É nativo do Brasil, da América do Sul e do México.


FLORES: Pendentes, semelhantes às do hibisco, mas não se expandem, parecendo fechadas, acontecem praticamente durante o ano inteiro, mas com maior intensidade na primavera e verão. Atrai muitos beija-flores. 

Erva dos dos gatos os gatos adoram(ou a maioria) e tb é repele mosquitos, pulgas, baratas e cupins


 
Foto ilustrativa ao lado vida real não cresce. Esta demorando kkkk

Nepeta cataria L., conhecida pelo nome comum de erva-gateira ou erva-dos-gatos, é uma espécie de planta herbácea do género Nepeta da família Lamiaceae, nativa da Europa e do sudoeste da Ásia Central e naturalizada muitas regiões temperadas. Seu nome comum tem origem no efeito excitante que exerce sobre gatos domésticos e alguns felinos.
A erva-do-gato desenvolve-se naturalmente em solos calcários em várias partes da Europa e da Ásia. É uma erva comum nos jardins da América do Norte. Suas folhas e hastes são cobertas por pelos esbranquiçados. As flores, purpúreas ou brancas e com pontinhos vermelhos, crescem no alto das hastes. 
O uso do chá de erva-dos-gatos era apreciado na Europa no tempo dos romanos. Na Idade Média as folhas eram usadas para condimentar carnes. Na França, como tempero para molhos e sopas. 
No Brasil, o cultivo da cataria é desenvolvido especialmente para uso na medicina veterinária de felinos, sendo também usada como enchimento de brinquedos de pano para gatos.

Clima

O erva-dos-gatos cresce melhor na faixa de temperatura que vai de 4°C a 21°C, embora possa suportar temperaturas mais baixas ou mais altas.

Luminosidade

Esta planta se desenvolve melhor com pelo menos algumas horas diárias de luz solar direta.

Solo

Pode ser cultivada em praticamente qualquer tipo de solo, desde que seja bem drenado. Os melhores resultados são obtidos em solos arenosos moderadamente férteis. Esta planta também é bastante tolerante quanto ao pH do solo.

Irrigação

Irrigue de forma a manter o solo úmido nos primeiros meses, mas sem que fique encharcado. Plantas bem desenvolvidas podem ser irrigadas com mais parcimônia. O excesso de água no solo pode prejudicar estas plantas.

Íris Candida

  • Nome Científico: Neomarica candida

  • Nomes Populares: Íris-da-praia, Íris-caminhante, Planta-dos-apóstolos, Doze-apóstolos, Falsa-íris, Lírio-roxo-das-pedreiras, Lírio-roxo-das-pedras, Íris
  • Família: Iridaceae
  • Origem: América do Sul, Brasil
  • Altura: 0.4  a 0.9 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno, Sombra
  • Ciclo de Vida: Perene
Uma Iridácea nativa do Brasil com flores brancas com raios marrons e azuis. 

Trata-se de uma planta rizomatosa, que produz folhas laminares, brilhantes, dispostas em leque, por entre as quais se destacam hastes eretas de baixo porte e que sustentam graciosas flores.

As flores apresentam três sépalas horizontais brancas e três pétalas elevadas. Cada pétala apresenta raios marrons e azuis, formando um padrão muito bonito.

No paisagismo, as íris-da-praia podem ser utilizadas em maciços e bordaduras, como uma excelente opção perene e de baixa manutenção, com florescimento muito vistoso. As íris-da-praia também podem ser plantadas em vasos e jardineiras.

Odontonemas

Odontonemas


  • Nome Científico: Odontonema strictum
  • Nomes Populares: Odontonema
  •  (quando ganhei um galho desta flor me deram o nome de lagrima de cristo arbustiva) Pois o que lhe falta mesmo é um nome popular.

  • Família: Acanthaceae
  • Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Cercas Vivas
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: América Central
  • Altura: 1.8 a 2.4 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
  • vaso: sim
  • Não é exigente.
  • outros detalhes: rústica.
  • outros detalhes: rústica.outros detalhes: rústica.

         PRÓS: 
         As flores são ornamentais e atrativas para beija-flores
Crescimento rápido
CONTRAS: 
Atrai também as formigas que disputam o néctar com o beija-flor

A Odontonema "pega" facilmente por estaquia, um galhinho de 10 à 15cm já é suficiente
Como pode ser cultiva sob meia-sombra, você poderá usá-la para disfarçar muros e paredes

Comparando ainda se é a mesma. Arnica, picão-da-praia, vedélia, mal-me-quer, arnica-da-praia, falsa-arnica, mal-me-quer-do-brejo, vadélia, cura-tombo, margarida, margaridão, arnica-do-mato, ponta-livre, insulina-da-horta, insulina-vegetal, pingo-de-ouro.

Espécie: 
Sphagneticola trilobata (L.) Pruski
Família: 
Asteraceae
Nome popular: 
agrião, arnica, insulina, vedéia,picão-da-praia, mal-me-quer, arnica-da-praia, falsa-arnica, mal-me-quer-do-brejo, vadélia, cura-tombo, margarida, margaridão, arnica-do-mato, ponta-livre, insulina-da-horta, insulina-vegetal, pingo-de-ouro.

Ocorrência no RS: 
Nativa
Distribuição geográfica: 
No Rio Grande do Sul ocorre nas regiões fisiográficas do Litoral e Depressão Central; habita locais antropizados, como terrenos baldios, beiras de estradas e áreas agrícolas (Mondin 2004).
Grau de ameaça: 
-
Tipo de folha: 
Inteira
Margem do limbo: 
Serreada
Filotaxia: 
Oposta
Forma de vida: 
Erva

Fotógrafo: 
Paulo Schwirkowski (FloraSBS)
http://www.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=7280 







A foto acima é do site.







Descrição:

Ervas perenes 30-70 cm; ramos glabros ou glabrescentes, às vezes avermelhados. Folhas opostas; pecíolo 3-5 mm, base levemente invaginante; lâmina 3,5-10 × 1,5-4,5 mm, ovada, rômbica ou elíptica, todas ou a maioria 3-lobada, base cuneada, ápice dos lobos agudo ou obtuso, margem obscura e irregularmente serreada, ambas as faces estrigosas. Inflorescência capítulos solitários, terminais, tornando-se posteriormente laterais, longamente pedunculados. Invólucro 9-10,7 mm alt.; brácteas involucrais em 2 séries, oblanceoladas; páleas estreitamente oblanceoladas, carenadas, ápice agudo a acuminado. Flores do raio femininas, corola amarelo-escura, alaranjada na porção proximal, liguliforme, 13-19, limbo 9,5-12 × 4-5,8 mm, oblongo; flores do disco hermafroditas, corola 4,3-5,3 mm, amarelo-escura, tubulosa, lobos esparsamente pontuado de glândulas, pilosos internamente. Cipsela 3,4-4 mm, 2-3 angulada, tuberculada na maturidade; papus coroniforme ca. 1 mm, obscurecido por colar corticento, esparsamente pontuado de glândulas. (MORAES, 2006)
Hábitos, ecologia:
Planta rasteira, capaz de cobrir grandes extensões de terreno em áreas propícias, sendo bastante comum em dunas litorâneas. Possui capítulos amarelos com pétalas amarelas que exalam um cheiro característico. Sua polinização é feita por abelhas e moscas e a dispersão ocorre por autocoria, onde os aquênios são levados pela chuva, vento, ou ainda aves, como o pintassilgo, que apreciam aquênios de asteráceas. Pode ser uma planta daninha, assim como pode ser utilizada como planta ornamental e medicinal.

Usos:

Aromática: Usada no chimarrão como erva aromática

Medicinal: Usada na medicina popular contra diabetes e hipoglicemia, apesar de não haver qualquer prova científica quanto à sua veracidade. Externamente é usada para ajudar a cicatrizar ferimentos, assim como em "feridas internas", utilizada também no tratamento de dores de cabeça, afecções do trato respiratório, infecções bacterianas, candidíase vaginal, expectorante e anticonvulsiva. Cientificamente, sabe-se que seus extratos possuem grande potencial anti-inflamatório.

Melífera: Muito visitada por abelhas, inclusive Apis mellifera.

Ornamental: Em canteiros, floresce o ano inteiro e forma densas populações, não requer muitos cuidados, não "pega pragas", necessita unicamente de manutenção a fim de evitar invadir lugares indesejados.

"Malefícios": É uma invasora agressiva, propaga-se por estolões, fragmentos do caule ou sementes.
https://sites.google.com/site/biodiversidadecatarinense/plantae/magnoliophyta/asteraceae/sphagneticola-trilobata

http://www.cpra.pr.gov.br/arquivos/File/Cartilhaplantasmedicinais.pdf

https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/949683/uso-da-planta-sphagneticola-trilobata-por-agricultores-acometidos-de-diabetes-mellitus



Maria-gorda,bredo,bênção-de-Deus, beldroegão e mais outros 60 nomes hehehehe (em construção)

Talinum paniculatum (conferir)

Nomes populares: Maria-gorda, Maria-Gomes, erva-gorda, beldroega-grande, beldroega-miúda, bredo, bredo-major-gomes, bunda-mole, carirú, carne-gorda, (falso)carurú, fura-tacho, inhá-gome, joão-gomes, joão-gordo, labrobró, labrobró-de-jardim, major-gomes, maria-bombi, maria-gombe, maria-gombi, maria-gomes, maria-gorda, maria-mole, mata-calos, ora-pro-nobis-miúdo, piolhinha, quebra-tigela, espinafre de Ceilao espinafre do Suriname, espinafre de Java, língua-de-vaca, manjogome, bênção-de-Deus, beldoegra francesa,  Talina de Panama...

Família: Portulacaceae
Espécies assemelhadas: Em nosso meio ocorre a espécie Talinum triangulare, bastante semelhante, mas facilmente diferenciável pelas flores maiores e de tom esmaecido.

Divisão: Magnoliophyta
         Classe: Magnoliopsida
             Ordem: Caryophyllales
                      Família: Portulacaceae
                                                              Espécie: Talinum paniculatum (Jacq.) Gaertn.


Espécie herbácea anual que se desenvolve em diversos locais, sombreados ou em pleno sol, com solos praticamente encharcados ou secos, muitas vezes considerada praga na agricultura, porém instala-se preferencialmente em solos com maior umidade e locais mais sombreados. A planta é utilizada na alimentação humana, alimentação de animais e na medicina popular. As flores são polinizadas por melitofilia, inclusive considera-se esta uma espécie de interesse apícola. Os frutos liberam as diminutas sementes na sua deiscência, as quais provavelmente são levadas pelo vento ou água da chuva.

Usos:

Alimentício: Pode ser consumida como hortaliça, na forma cozida, misturada a massas ou como salada. sui grande teor de proteína (28% em massa seca).

Medicinal: Na medicina popular é utilizada para tratar disenteria e inflamações, utilizada como emoliente, vulnerária, na forma de cataplasma é utilizada para amolecer calos, cicatrizar feridas, cortes e inflamações. A infusão da raiz é utilizada como diurético, para tratar urina com mau cheiro, a infusão da planta inteira é utilizada para tratar infecções intestinais, fadiga, cansaço físico e mental, além de debilidade orgânica. As sementes são emenagogos.

"Malefícios":

Espécie frequente em cultivos, como erva-daninha. Hoje vista com bons olhos é uma PANCS Plantas alimentísticas não convencionais. Certifique-se de ser esta mesma. Pode comer até cru.
Origem: Cosmopolita, não se tem certeza ainda sobre sua origem.
Características: É uma planta herbácea, de altura variável (10-50cm), com folhas carnosas sem pêlos, ainda que não tão suculentas quanto outras da família. As folhas têm forma oboval ou oval-lanceolada, suas flores costumam ser cor púpura clara, mas podem ainda ocorrer exemplares com flores rosa-claro ou até amareladas e surgem solitárias em uma inflorescência de talos avermelhados, de tamanho muito variável. Os frutinhos são cápsulas (septifragas) geralmente redondas, cuja cor varia do amarelo-vivo até o vermelho, escurecendo quando perto da maturação, quando tem pouco mais de 3mm de diâmetro. Daí saem sementinhas minúsculas, pretas, lisas e achatadas, com formato reniforme.
Cultivando em Florestas de Suculentas: Possivelmente você, leitor amante das suculentas, já tenha avistado esta plantinha e nem se dado conta de que ela é uma suculenta. A maria-gorda é da mesma família que as onze-horas, beldoegras e portulacárias, tendo assim um parentesco relativamente próximo com os cactos. Porém, as suas folhas (comestíveis) têm um formato mais “padrão“, se assemelhando ao de outras plantas e, em todo caso, são bem menos suculentas que as demais plantas do hobby. Apesar de ser uma planta bastante ornamental, a grandiosa maioria das referências a ela em português a citam como erva daninha. Nada de mais, afinal, é uma planta que se vira sozinha, sem depender da boa vontade dos seres humanos, ocorrendo então em pastagens, lavouras, pomares, barrancos, rochas, terrenos baldios, rachaduras de calçadas e em qualquer outro local onde consiga um pouquinho de terra. Em minha infância eu avistava exemplares com inflorescências enormes em um muro de pedras bem alto que guarnecia os fundos da agência dos correios.
Dentro de uma FDS, esta espécie pode sobreviver tanto nas áreas mais abertas quanto as mais sombreadas, apresentando-se sempre mais baixa e compacta (e atraente) para quanto mais sol receber. Apesar de ser uma planta que sobrevive bem em solos pobres, ela poderá ficar inerte em uma FDS com mais de uma década, cujo solo já está muito pobre e ácido (veja os nossos artigos sobre o comportamento do solo). Neste caso, ela erá dificuldades em emitir folhas novas, as quais serão sempre bem pequenas, e não vai mais florescer. Isto, contudo, tem o seu lado positivo: Ela vai te indicar quando já está na hora de replantar a FDS, ou de fazer uma adubação.
Sendo uma suculenta cujas folhas não têm tanto atrativo quanto às demais, o seu diferencial reside em duas características: Primeiro, esta é uma planta que realiza muitas interações ecológicas dentro da FDS. Suas flores são bastante atrativas a toda uma série de insetos, sendo normalmente polinizadas. É, por isso, uma boa opção para atrair estes animaizinhos para a FDS. Como é polinizada, produz sementes férteis e não é raro que consiga se reproduzir dentro da Floresta de Suculentas. Ela não é uma planta infestante, e não vai tomar conta de toda a FDS com suas ‘filhas’, até porque as sementes são bem pequenas e normalmente são levadas pelo vento paa fora deste ambiente, colonizando os arredores. Apesar de não ser comum, como ela se reproduz sexuadamente, pode dar origem a variantes no formato das folhas, cor das flores e etc. Por fim, como portulacácea que é, produz muita matéria orgânica de fácil decomposição e fácil de ser consumida, podendo suas folhas e flores, tanto vivas quanto caídas, servir de alimento para vários pequenos animais herbívoros e/ou detritívoros, como tatuzinhos, caracóis, ácaros de solo e outros. Alguns passarinhos podem ainda tentar comer os frutinhos.
O segundo diferencial são os seus frutos coloridos. É bastante interessante olhar para dentro da FDS e ver lá uma ‘árvore’ carregada de frutos, como se fosse uma fruteira da floresta. Ajuda bastante a dar a impressão de que se está olhando para uma floresta mesmo, além de ser bastante bonito.

Interações (pragas/doenças/outros): Esta é uma espécie que participa ativamente da comunidade biológica da FDS, atraindo vários animais. Suas flores são atrativas para abelhas (tanto as abelhas européias quanto minúsculas abelhas nativas), formigas de pequeno porte, mariposas, besouros pequenos, minúsculas vespas nativas e etc. As folhas vivas ainda na planta sofrer herbivoria ocasionalmente (não consegui identificar as espécies que a comem, mas desconfio de lesmas e/ou grilos). As folhas caídas, por serem bem mais moles e acessíveis que as demais, se decompõem bem mais rapidamente (não ficam secas e inertes no chão por meses, ao contrário da maioria das folhas de suculentas) e geralmente servem de alimento para vários animaizinhos detritívoros. As espécies que já vi em meio a suas folhas caídas (provavelmente delas se alimentando) foram: duas espécies de caracóis de jardim, duas espécies de tatuzinhos, ácaros de solo, baratinhas de horta (não são aquelas baratas nojentas que vemos por aí, mas sim uma espécie pequena e benéfica ao solo), uma espécie de piolho-de-cobra (o mesmo que embuá, gongolô, diplópodes), minhocas, mosquitinhos do esterco e outros insetos minúsculos que não pude identificar. Passarinhos como canários-da-terra e pardais podem comer os seus frutinhos, principalmente quando já estão secando, porém, isto é muito raro quando a planta não está crescendo no campo. A espécie pode ainda hospedar insetos sugadores, como pulgões e cochonilhas, e mesmo algumas ninfas de percevejo coloridas, especialmente quando está em flor. Conseqüentemente, ajuda vários predadores (sobretudo pequenas aranhas e joaninhas) a sobreviver dentro da FDS, caçando estes animais. Ela não serve, porém, de poleiro para moscas, moscões-abelha e outros insetos voadores em dias de vento forte ou tempestade, pois é uma planta flexível demais para lhes dar proteção nestas situações. Para isto os insetos procuram as outras plantas da FDS, com as quais Talinum patens pode conviver tanto na parte mais aberta quanto na mais sombreada, permitindo que espécies menores vivam debaixo de si, e ao mesmo tempo conseguindo competir bem por luz com as demais suculentas mais altas. Suas sementes podem germinar em qualquer parte da Floresta de Suculentas, mas a grande maioria é levada pelo vento para fora. Por fim, a espécie pode ser atacada pelo fungo Cercospora talini, o que é bastante raro, pois esta doença só foi registrada no Brasil em 2003, quanto a outras doenças, é bastante resistente, inclusive ao apodrecimento em locais úmidos.  Sofre, contudo, quando o solo da FDS está muito lixiviado, apresentando sintomas típicos de carência de nitrogênio (folhas novas pequenas, folhas velhas amarelam e caem, pouco crescimento).
Propagação: É obtida facilmente por sementes, e normalmente mudas expontâneas começam a surgir pelos arredores da FDS. Estaquias de galho também podem dar resultado.
Tolerância a umidade: Bastante boa, um pouco melhor do que as onze-horas, por vezes não sobrevivendo em locais constantemente úmidos. Na verdade, ela pode sofrer com uma seca muito prolongada antes das outras suculentas, pois é adaptada a locais mais umidos do que as demais.
Floração: Da primeira metade do verão até meados do outono, sendo que exemplares bem nutridos podem começar a emitir a inflorescência ainda na primavera. Os frutos se seguem às flores, havendo por bastante tempo flores e frutos no mesmo pendão. Depois sobram apenas frutos com diferentes cores (amarelo, rosado, vermelho, escuro e secos) até que todos tenham amadurecido e caído.

Essas informações estão no site abaixo....lá encontrei tudo sobre suculentas..... e muito mais....

http://www.florestadesuculentas.com.br/blog/2009/12/talinum-crassifolium/comment-page-1/#comment-1468

Capota-vermelha

Capota-vermelha ou Justicia vermelha 

(Megaskepasma erythrochlamis)

Justicia vermelha (Megaskepasma erythrochlamis)



















Nome Botanico: Megaskeparma erythrochlamis Lindau
Nomes Populares :Capota-vermelha, Camarão-vermelho   justicia-vermelha
Família : Angiospermae

Origem: América do SulAmérica Central,VenezuelaNicaráguaCosta RicaEl Salvador
  • Altura:2,5 a 3.6  metros aceita poda.

Descrição:

Planta arbustiva de altura entre 2,50 a 3,0 metros de grandes dimensões, forma irregular.
Folhas grandes cor verde claras, textura coriácea com nervuras marcadas.
As flores são brancas e pequenas inseridas em brácteas vermelhas que formam grande inflorescência do tipo espiga, na ponta dos ramos e acima da planta.
Floresce na primavera e verão com as inflorescências permanecendo por longo tempo na planta.
As flores atraem beija-flores, como todas as plantas desta família.

Tostão


Nome CientíficoCallisia repens.

Nome Popular
tostão,dinheiro-em-penca, dinheirinho,  mosquitinho.
Família: Commelinaceae.
Divisão: Angiospermae.
Origem: América Tropical.
  • Luminosidade: Meia Sombra (bobagem ela se vira onde for)
Ciclo de Vida: Perene.

Camarão-vermelho

Nome Científico: Justicia brandegeeana
Nome Popular: Camarão-vermelho, camarão



Origem: México
Ciclo de Vida: Perene

O camarão-vermelho  atrair borboletas e beija-flores.

Iresine, coração magoado

Nome Científico: Iresine herbstii
Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
Origem: América do Sul, nativa
Ciclo de Vida: Perene







O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, arbusto excelente para produzir contrastes de cores próprio para  bordaduras ou em vasos. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme. 

AMORA(árvore): BENEFÍCIOS E PROPRIEDADES MEDICINAIS

Propriedades medicinais: adstringente suave, antiinflamatória, antioxidante, anti-séptica, calmante, cicatrizante, depurativa, diurética, emoliente, expectorante, hipoglicêmica, hipotensora, laxante, refrescante, rejuvenescedora, revigorante.

Indicações: dor de dente, eczema, estômago, inflamação bucal (gengivite, amigdalite, boca, garganta), intestino, tosse, vermes.

Contraindicações e efeitos colaterais da amora

As frutas verdes e o talo das folhas das amoras das variedades preta e branca são tóxicas e podem causar dores no estômago. O consumo excessivo de frutas pode causar diarreia. As folhas da amora não devem ser consumidas por pessoas com problemas pulmonares ou digestivos.

Composição das folhas da amora miúra : ferro,cálcio,potássio,magnésio,zinco
Confira o link. 
Atenção em todas as mulheres tem a taxa hormonal baixa se ligue. 

A amora ou amoreira (Morus Alba) é conhecida como a planta reguladora dos hormônios por isso atua com bastante eficácia nos sintomas da menopausa: ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória fraca, dores musculares e das articulações, calores e algumas vezes suores frio, dor de cabeça, diminuição da libido,dificuldades para dormir, depressão, problemas urinários e vários outros benefícios.
É ainda planta anti-cancerígena, no combate a osteoporose, como tônico muscular nas práticas desportivas, por possui alto teor de potássio. Depurativa do sangue, anti-séptica, vermífuga, digestiva, calmante, diurética, laxativa, refrescante, adstringente e muito útil nos problemas da tireoide. Possui poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E contribuindo assim para o rejuvenescimento e beleza da pele.
Possui poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E contribuindo assim para o rejuvenescimento e beleza da pele. A amora ajuda a prevenir infecção urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago.
 infecção urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago
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